segunda-feira, outubro 27, 2008
domingo, julho 20, 2008
quarta-feira, julho 16, 2008
Not so stupid...
domingo, julho 06, 2008
quarta-feira, julho 02, 2008
Memória mental...
O dia...
sexta-feira, junho 27, 2008
O dia que tinha que acontecer...
quarta-feira, junho 11, 2008
Our forever...
no not three or four
I don't want that kind of forever
in my life anymore
forever always seems
to be around when it begins
but forever never seems
to be around when it ends
so give me your forever
please your forever
not a day less will do
from you."
segunda-feira, junho 09, 2008
domingo, junho 08, 2008
quinta-feira, maio 29, 2008
Até já...
segunda-feira, maio 26, 2008
De ontem...
Quem mandou não ir aos treinos?
domingo, maio 25, 2008
quarta-feira, maio 14, 2008
As long as i'm living...
As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there
Ando...
... há muitos dias a adiar um pensamento. Como que se me libertasse, se caminhasse noutro sentido. Sair, ler, fazer projectos, viver a Helena. Manter-me afastada de uma decisão que não é só minha. Ando há muito tempo a evitar sentimentos. Como se fosse possível adiá-los. Como se a minha vida presente se baseasse apenas no aspecto familiar, ou profissional. Ou social. Tenho-me divertido sem remorsos. Ando a cultivar as relações. Sei com quem conto. Mas falta. Falta não sei quem, nem bem o quê! Quando olho para trás e vejo apenas meia dúzia de promessas, nas horas intermináveis de conversas que temos. Falta-me saber o que se sente para além das saudades. Se é que existem. Se é que se sentem. Como quando um dia me disseram que era difícil exprimir a falta que nos faz alguém que não podemos ter fisicamente, todos os dias. Quando nos limitamos a basear uma relação, seja em que vertente for, nas recordações que temos. No que vivemos um dia...
É tudo muito claro, na minha cabeça. Já não sei chorar. Esgotei as lágrimas, ou limitei-me a secá-las. Ocupo todas as horas do dia longe. Muito longe. Sem saber como seria tudo, se fosse diferente. Mais presente.
Ando cautelosamente feliz desta forma. Sei o que tenho, da forma que o tenho, e a insegurança que isso me provoca. Anteriormente ficaria angustiada. Hoje limito-me a ser paciente. E a acreditar. Que um dia vai ser. O que eu quiser. Que quiserem comigo, ou sem mim. Que os dias são sempre diferentes, e reservam-nos surpresas. Que sou obrigada a viver com elas. E a tirar partido. A saber gerir...
Às vezes acaba-se a força, e quero apenas desistir. Outras tantas acredito. E sei. E sabes. Que sim...
segunda-feira, maio 12, 2008
Aos 27 anos...
Hoje, mais do que nunca, ou todos os dias, tenho a certeza que escolhi continuar...