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domingo, julho 20, 2008

Foram...



...4 excelentes anos! A vida continua (muito) longe daqui!

quarta-feira, julho 16, 2008

Not so stupid...

A minha vida privada é muito mais privada do que (algumas) pessoas esperariam...

domingo, julho 06, 2008

Das descobertas

Há dias, como hoje, que me deixam demasiado feliz!

quarta-feira, julho 02, 2008

Memória mental...

Tive um dia com uma carga emocional daquelas...! Que me fez questionar vezes sem conta as minhas opções, quando é tarde para recuar, e a margem de erro não é significativa!
Um dia em que tive que tomar decisões rápidas, que a qualquer momento podem parecer precipitadas.
A minha filha tem saudades minhas, e carrega-me de mimos a toda a hora. Sem o que ando a falhar com ela. Sei que quando falho sobrecarrego os outros, e não gosto!
O serão foi agradável...
A forma (dupla) como começou e terminou o dia foi excelente!

O dia...

...em que chorei compulsivamente na rua, num sítio público, ao constatar que sou uma péssima mãe! Sem essa de me dizerem que é normal, que ando cansada, que deveria ser mais organizada, ou deveria ter feito uma anotação no telemóvel.
Ontem descobri que me tinha esquecido de ir à escola da Helena buscar o boletim das notas dela.
Como sempre ouvi dizer, "o que não tem remédio, remediado está", hoje assumi uma das minhas (muitas) fraquezas, engoli 30 sapos e fui à escola. Podia ser melhor. A professora diz que eu sou muito exigente. Eu acho que quem tem um problema de gestão de exigência é ela, e não eu. E o problema está longe de ser um excesso...

sexta-feira, junho 27, 2008

O dia que tinha que acontecer...

E o tempo volta atrás. E eu não me reconheço. E não gosto!

quarta-feira, junho 11, 2008

Das analogias...



Our forever...

"Not talkin' 'bout a year
no not three or four
I don't want that kind of forever
in my life anymore
forever always seems
to be around when it begins
but forever never seems
to be around when it ends
so give me your forever
please your forever
not a day less will do
from you."

Às vezes...

segunda-feira, junho 09, 2008

Já procurei as palavras certas para o que precisava de dizer, e não encontro. Passei o dia como outros dias. Numa esperança secreta. Que às vezes se concretiza, outras não. Que me vai permitindo viver serenamente esta felicidade!
Fazes-me rir com o que dizes! E eu continuo, ao fim de tanto tempo, sem conseguir perceber! Como devia reagir, o que esperar, como gerir as expectativas ou a ansiedade!
(Eu ando a contar os dias para o momento em que vou ser de facto capaz de te dizer o que queria...)!

domingo, junho 08, 2008

Dos pequenos gestos...

Eu juro que não me tenho queixado! E o que sabe bem "celebrar" contigo...

quinta-feira, maio 29, 2008

Até já...

Foi inesperado. Havia mil coisas para dizer num curto espaço de tempo. Custa a partida. Doem as saudades. Suspiro. Entre os desejos, e as promessas. O abraço que não se dá, mas se sente. Detesto partidas, ou despedidas. Prefiro as chegadas. Sei que as pessoas que realmente amamos são como as ondas do mar. Vão e regressam. Estão connosco onde quer que seja. Da distância, nada a dizer. Numa simplicidade que procuro. Digo apenas que quero (ou tento) ser pragmática.

Ontem não chorei. Hoje as lágrimas caem em cascata!

E lembro-me, subitamente, do quanto tenho sido feliz nos últimos tempos.

Não existe adeus. Só até um dia, que se espera breve. Ou até já...

segunda-feira, maio 26, 2008

De ontem...

Achei, não sei porquê, que uma mulher de peso como eu conseguia ir a Fátima a pé (17 km). Ao fim de 4 horas, e 500 metros antes da rotunda desisti. Já não conseguia andar... literalmente!
Hoje não há um cm do corpo abaixo da cintura que não doa. Não consigo levantar as pernas a mais de 5 cm do chão. Vestir-me foi uma aventura. Ando a uma velocidade que seria facilmente ultrapassada por qualquer caracol. Pareço um pinguim. Tenho um andar novo, como se costuma dizer...

Quem mandou não ir aos treinos?
Valeu pela companhia, pelo espírito. Por aquela paz que se sente no santuário. Aquela calma deserta da noite. Quando só se ouve o barulho das velas a arder! Valeu pelos agradecimentos que pude fazer, pela "conversa" que tive. E pela certeza...

Das decisões...

domingo, maio 25, 2008

Sing

(Travis, às 7h30, para me lembrar o quanto a vida me tem corrido bem nos últimos tempos)!

quarta-feira, maio 14, 2008

As long as i'm living...



As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there

Ando...



... há muitos dias a adiar um pensamento. Como que se me libertasse, se caminhasse noutro sentido. Sair, ler, fazer projectos, viver a Helena. Manter-me afastada de uma decisão que não é só minha. Ando há muito tempo a evitar sentimentos. Como se fosse possível adiá-los. Como se a minha vida presente se baseasse apenas no aspecto familiar, ou profissional. Ou social. Tenho-me divertido sem remorsos. Ando a cultivar as relações. Sei com quem conto. Mas falta. Falta não sei quem, nem bem o quê! Quando olho para trás e vejo apenas meia dúzia de promessas, nas horas intermináveis de conversas que temos. Falta-me saber o que se sente para além das saudades. Se é que existem. Se é que se sentem. Como quando um dia me disseram que era difícil exprimir a falta que nos faz alguém que não podemos ter fisicamente, todos os dias. Quando nos limitamos a basear uma relação, seja em que vertente for, nas recordações que temos. No que vivemos um dia...

É tudo muito claro, na minha cabeça. Já não sei chorar. Esgotei as lágrimas, ou limitei-me a secá-las. Ocupo todas as horas do dia longe. Muito longe. Sem saber como seria tudo, se fosse diferente. Mais presente.

Ando cautelosamente feliz desta forma. Sei o que tenho, da forma que o tenho, e a insegurança que isso me provoca. Anteriormente ficaria angustiada. Hoje limito-me a ser paciente. E a acreditar. Que um dia vai ser. O que eu quiser. Que quiserem comigo, ou sem mim. Que os dias são sempre diferentes, e reservam-nos surpresas. Que sou obrigada a viver com elas. E a tirar partido. A saber gerir...

Às vezes acaba-se a força, e quero apenas desistir. Outras tantas acredito. E sei. E sabes. Que sim...

segunda-feira, maio 12, 2008

Aos 27 anos...

...tenho (quase) tudo o que passei a vida inteira a desejar! E sabe bem!



Hoje, mais do que nunca, ou todos os dias, tenho a certeza que escolhi continuar...

Palpite

Eu sinto a falta de você, me sinto só, e aí...