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terça-feira, março 04, 2008

Promise

A forma mais perfeita de amar, ou seja o que for, traduzida em palavras. Não demasiado doce, talvez meia subtil! Dizer-te apenas. Há aqui um canto, um porto de abrigo, onde cabemos apenas nós. Dizer-te que te lembro a cada instante. Que me preenches os dias, e me embalas nas noites.

Nesta sonoridade suave. Encontro sempre em ti vontade de regressar...

Procura-se...

Dose dupla de auto-estima...

segunda-feira, março 03, 2008

À transparência

Nestes dias tornou-se extremamente difícil viver com as recém (re)descobertas crises de ansiedade! Quando tento apenas viver a vida pela vida. Quando preciso de desligar o complicómetro e voltar a não esperar nada. De repente nasceram as dúvidas. E uma conversa que me deixou extremamente feliz há apenas dois dias, trás consigo uma carga demasiado difícil de suportar! Ninguém manda começar a tentar ler as entrelinhas do que me foi dito. Ninguém manda tentar estar sempre à frente do tempo, ter pressa....
(Há frases que tento reter, e que por vezes me parecem apenas retiradas de um sonho. As saudades. A vontade. Um futuro próximo, que parece sempre ao meus olhos longínquo demais)!

Às vezes...

...sinto-me sem chão. E tudo parece nada...

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Não sendo...

...especialmente intuitiva, sempre soube que um dia ia ser assim. Hoje sei que estou mais magoada que nunca. Entre lágrimas, apenas agradeço. Por conseguir finalmente encontrar explicações. Agradeço a mudança que fui obrigada a viver. A calma que me tem sido permitida. A forma a que fui obrigada a viver com as minhas próprias limitações. Agradeço o teste. À minha personalidade, ou apenas à persistência. Com a vida a provar-me que devia confiar mais. Pelo menos em mim...
A música é a mesma. Uma sonoridade que atravessa os dias, outrora vazios. À volta das memórias. Qualquer lugar. Qualquer palavra. Qualquer fase. O que gostava de ter partilhado. As vezes que senti que devia. O tempo que passei só parada. As saudades.
Hoje mostraste-me o que precisava ver, talvez desde sempre. Que sei ser feliz de muitas formas. Que sou capaz. Com passos pequenos. A aprender-me. Hoje bastou-me tudo o que senti. Bastou-me saber...
"Diz que é verdade, que tem saudade, que ainda você pensa muito em mim..."

Like you'll never see me again...

Difícil de entender, ou de explicar! Como tenho a certeza desde sempre. Sem falsas ilusões, por nos saber humanos. Longe da perfeição que procurava aos 19. Aos 27 muda tudo!

Alguém que nos mude os dias, e as noites. E nos faça ter vontade de acordar. Alguém que nos oiça, ou seja capaz de entender os silêncios, os momentos maus. Que nos defenda, incondicionalmente. Que lá esteja apenas. Que seja. Um amigo. A companhia para ir ao cinema, fazer uma viagem distante, ou só ficar. Alguém que nos olhe com admiração e espanto. E se espante, ou se encante. Que não nos subestime. De personalidade vincada, ou forte. Capaz do impensável.

Alguém que não vem de cavalo branco, nem se SLK. Que faz birras, e discute, e levanta a voz. Que gosta de nos irritar, de nos por à prova. E sente ciúmes. Nos acha "desejáveis, ou capazes de desejar". Que nos sinta como se fosse a primeira vez. Ou a última. Sobretudo, que nos traga de volta aquela rotina de sempre. Que nos dê a mão. Que sinta orgulho por nos conhecer, ou nos ter ao lado. Que saiba amar-nos da mesma forma, com a mesma intensidade...

(Hoje acordei optimista...)!

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

We could always be together...

Às vezes tenho a sensação de que talvez nunca tenhas verdadeiramente parado a sentir. Reparado em mim. No quanto era feliz contigo. No quanto aproveitava cada segundo nosso...

Talvez tenha perdido demasiado tempo focada noutras coisas, que não em nós. E arrependo-me. Do que não fiz. Do que não tive oportunidade de te dizer. Do que te digo, sem querer, mesmo que não oiças.

Às vezes sei onde estás. Onde te queria. Ou te vejo. Sei que, independentemente de tudo. Tudo faço. Tudo anseio. Tudo tu...

Breathe me

Be my friend, Hold me, wrap me up, Unfold me, I am small and needy, Warm me up,And breathe me...

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Real truth...

...or just a bad day?

(Mais um como hoje, e mais valia ter ficado na cama...)!

domingo, fevereiro 24, 2008

Just do...

Às vezes torna-se difícil aceitar o inevitável! A realidade, tal como se nos apresenta. A vida a acontecer à nossa frente. Dou por mim a desconhecer os limites do razoável, sem saber quando parar. Sem ter as respostas certas.
Um dia sabia que ía ser assim! Sabia que provavelmente seria depois do que tem acontecido. Não sabia quando. Um dia, infelizmente, sabia que tinha que fazer correctamente o meu "luto", deixar-te partir. Começar a falar como se tivesses pertencido ao passado, e já não pairasses, todos os dias na minha memória. Um dia sabia que tinha que transformar as saudades em recordações doces, e permitir-me continuar a viver...
Dou por mim a chorar descontroladamente, mais uma vez. Por sentir que estou no tempo certo, mas que ainda não estou preparada. Por saber que ando a evitar os sinais, ou a adiar o inadiável.
Sem estratégias. Sem saber como vai ser. A não querer esquecer. A querer viver de novo, que me pedisses para voltar atrás. Que existisses, e aparecesses. Que deixasses de ser uma sombra nos meus dias. Um arrepio. À procura de uma solução breve. Que me sossegasse os dias. E me permitisse ter a certeza que nada do que fiz caiu no vazio.
Não adianta dizer que tudo vai ser como era. Nada, depois de ti, tem o mesmo sabor. Não adianta pensar que posso eventualmente conhecer outras pessoas, que me hão-de devolver o sorriso. Quando a única coisa que me faz sorrir é pensar no que poderiamos realmente ter sido...

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Distractions

Nas minhas memórias, meia dúzia de frases que pairam. Imagens que não esqueço. Cores e perfumes que guardo! A tua importância. A magnitude. A força, ou o impacto na minha vida. Menos de 20 saudades. O olhar perdido. As escolhas que devia ter feito, o que não fiz! Porque hoje és apenas tu. Eu sou só eu, e não me esqueço. Ou não te esqueço. Na distância do tempo, ou das verdades, guarda esta certeza. A minha gratidão. O meu carinho...Hoje pouco ou nada interessa. Desde que te saiba com um sorriso. Que tenha a certeza de que os sonhos, ou as vontades estejam próximas, ou sejam imediatas. Sem poder mais nada. Querendo ser especialmente meu. Demorou o mundo para pensar. Recebe isto, e um beijo...

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

You've changed mine...

"Nunca esquecemos aqueles que amamos, nunca deixamos de amar aqueles que nos amaram, nunca perdemos a sabedoria que nos legaram, nunca deixamos de ter saudades daqueles que mudaram a nossa vida."

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Já arranjei...

...uma desculpa óbvia para ter que ir ao Brasil rapidamente. Preciso de ver um concerto da Ana Carolina ao vivo...
(Finalmente encontrei a música de que realmente gosto)!

Evidências

(...)

Can't hide anymore...

domingo, fevereiro 17, 2008

Aos...

... 27 ainda é possível! Sair num dia de semana, com meia dúzia de amigos. Jantar bem, e tarde. Dançar. Terminar a noite com dois cafés. Chegar a casa quando o pão já está pendurado à porta e o vizinho se prepara para trabalhar.
Uma hora depois levantar, tratar da miúda, e trabalhar.
No fim, o balanço: uma dor de cabeça o dia inteiro, dezenas de fotografias impróprias e a sensação estranha de que, apesar de tudo, devia ser-me permitido fazê-lo mais vezes!
(Afinal as noites também são interessantes)!
(Para o ano, vamos concerteza comemorar de outra forma)!

Há uns tempos...

...disse-o. Que tinha deixado de me sentir à vontade neste canto. Quando deixou de ser tão privado, e passou a ser mais visitado por conhecidos. Não que o quisesse anónimo. Mas a dualidade explícita. Sempre que escrevia algo mais pessoal, chuviam reacções. Às vezes precisei de me esconder. Ser mais contida. Não dizer exactamente o que precisava. Para evitar perguntas mais incómodas. Ou que aquilo que fazia não fosse utilizado contra mim.
Tem sido difícil ter a percepção do que será mais correcto. Um dia destes hei-de encontrar esse equilíbrio. Por enquanto outras memórias são forçadas e ficar mais ocultas...