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quarta-feira, março 19, 2008

Dia do Pai...

...em números:
  • 200 mil crianças de pais separados:
  • 10 mil crianças com guarda partilhada
  • 120 mil que estão com os pais apenas 48 dias por ano
  • 70 mil que estão privados da presença dos pais

Hoje, apesar de saber que com isto estou a "comprar" uma guerra, não consigo ficar calada.

Hoje a minha filha perguntou-me se o pai já tinha aparecido, desde Domingo.

Hoje a minha filha queria dar 3 presentes ao pai!

Hoje pedi ao pai da minha filha para vir ter com ela, ou para lhe telefonar, e não obtive resposta.

Dói-me sobretudo por ela. Por não ter o privilégio de crescer com um pai como o meu. Dói-me pelas dezenas de milhar de pais que tentam ver os filhos e não podem, porque as mães os impedem, e conheço pessoalmente alguns casos!

Às vezes era bom que independentemente de tudo as pessoas conseguissem perceber que o que interessa de facto são as crianças...

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Happening...

A altura do ano que mais detesto. Que mais me deixa deprimida. Odeio a obrigação que os outros sentem em que esteja feliz. Desiludo-me a mim própria por não conseguir estar. O ano passado ignorei as passas e os desejos. Sorri só porque sim. Passei a maior parte da noite a chorar. Recebi uma mensagem que me doeu. Foi só mais um dia.
A vida provou-me que estava errada. Foi um ano repleto de emoções. E descobertas. Talvez o mais importante dos últimos. O que mais me fortaleceu. O que mais me fez conhecer o que pretendo e procuro (porque até encontrar... ainda vai uma grande distância)! O ano em que fui mais posta à prova. Que precisei de ser mais fria. Mais sensata. Menos emotiva. Em que mais aprendi a viver com as minhas fraquezas.
Este ano precisava de mais respeito pela minha vontade própria. Precisava que me deixassem estar onde quero. Provavelmente onde vou estar, para não me obrigarem a reagir.
Pode parecer estranho. Mas nunca me senti tão sozinha, como no ano passado. Rodeada por milhares e milhares de pessoas...

sexta-feira, agosto 10, 2007

Aprendi...

...a relativizar o amor! Sem saber se existe, sei que a determinados momentos sabia que queria uma pessoa. Sabia que me fazia feliz, que me fazia sentir as borboletas na barriga. Via-nos a ter um futuro juntos, aqui ou na China, ou onde fosse. Contava constantemente os minutos para podermos falar, para podermos estar juntos. E sabia tão bem. Sabia bem falar sobre nada, de futilidades. Sabia bem ter aquela presença constante. Sabia bem planear férias, ou simplesmente ter um namorado. Sabiam bem aqueles momentos de antologia. Cada cm nosso. Cada momento...

Actualmente é tudo estranho. Passaram poucos dias desde o nosso fim. Não por orgulho, mas porque não o sinto. Era incapaz de dizer "amo-te". Dou razão ao meu "Mr. Big", e recordo-me do quanto nos fazíamos mal um ao outro. Do quanto somos muito mais próximos desde que recuperámos apenas a amizade. E não sei se estou certa. Porque por voltas e voltas que dê a minha cabeça, ou o meu coração, ou o que seja. Por mais voltas. Parece que os caminhos chegam todos ao mesmo sítio. Como que uma dependência, ou um vício, mas sem amor! Talvez ande iludida, mas faz-me falta aquela presença. Que me deixa a rir à gargalhada. Que me faz sentir entusiamada com a vida. Ter vontade a aproveitar tudo de bom que nos pode trazer!

Nem sequer me sinto triste. Mas ao mesmo tempo caem-me meia dúzia de lágrimas. Na certeza plena de que passaram só dois dias maus, que ando com uma rotina difrente, que isso é suficiente para me deixar transtornada. Não sei o que sinto. Sempre tive uma mania estranha de ter que dar um nome às coisas. Não sei como seremos. E isso assusta-me. Não quero fraquejar. Mas há momentos em que me pergunto como será. Porque não é só nas séries... e há sempre uma Natacha!

Eu sei que prometi que me deixava de filmes...

sexta-feira, julho 20, 2007

Férias

Estou de férias... ESTOU DE FÉRIAS!!!!

(Tenho que gritar, porque custa a acreditar)!!!

quinta-feira, julho 19, 2007

Hoje...

...não terá sido um dia brilhante. Apeteceu-me virar as costas a tudo e ao mundo. Talvez esteja errada. Sinto-me frustrada. Por estar a ser difícil fazer-me entender, num sítio onde já dei mais do que provas do meu valor, da minha persistência, das minhas capacidades. Estou a precisar de férias. Para reflectir, ou para me fortalecer. Dias longe daquele mundo. Quando já se tornou difícil viver de outra maneira.
Depois a ansiedade de Lisboa. Com duas ou três coisas separadas, a precisar do dobro do tempo para organizar tudo o que me falta. Continuo céptica. Com a certeza de que tudo fiz para que resultasse, e a convicção de que era impossível dar mais de mim. Sem grandes expectativas, inversamente proporcionais às saudades. Já passaram muitas pessoas na minha vida. Umas que deixaram marcas, outras nem tanto. Outras tantas que me fizeram tanto bem e tanto mal, que restam recordações amargas. E não era assim que te queria recordar. Porque te devo a minha mudança, a minha independência, a minha pouca auto-estima. Porque contigo me sinto mais verdadeira, mais mulher, mais interessada por tudo. Contigo apetece-me. Apeteces-me. Apetecia-me ter as respostas que preciso. Ficamos nas tuas mãos. Precisamos de tempo e de espaço. Preciso desesperadamente de perceber o que se passa comigo que me faz sentir assim contigo. Preciso de encontrar a nossa verdade e o meu caminho. Custa a crer... mas daqui a menos de 24 horas tudo se resolve...

Noites de antologia...

...podemos repetir, quando tudo era mais simples?

quarta-feira, julho 04, 2007

Ontem e hoje...

...excelente notícia, notícia maravilhosa, notícia triste! Segue-se?

(É que o coraçãozinho não aguenta...)!

sábado, junho 30, 2007

De hoje...

...trabalhar 12 horas seguidas, sempre a resolver problemas!
...o que eu queria tanto, tanto...já não vai ser na próxima semana! E é difícil aceitar estas mudanças!
...a miúda chega constipada e rouca!
...há clientes que não percebem que numa loja trabalham pessoas, com vida própria. Com sensibilidade. Hoje apeteceu-me mandar um cliente à mãe dele!
...estou triste, cansada e derrotada! Que mais?

sexta-feira, junho 22, 2007

Move over II

Infelizmente sou obrigada novamente a fechar a concha. Não por ter medo, mas para nos proteger. Não quero correr mais o risco de ser ofendida por quem devia estar calado. Aparentemente a medida de coacção de termo de identidade e residência não é suficiente. Mas disso trataremos, mais uma vez, em sede própria.
Obrigada a todos os que, apesar de tudo, continuam a acompanhar-nos...

quinta-feira, junho 21, 2007

Move over

Esta será muito provavelmente a última vez que me refiro a este assunto aqui, num sítio que é tão íntimo e tão meu. Onde nunca é minha intenção expor demais aquilo que não devo. Seria mais fácil apagar o comentário, ou ignorar que existia.
Sem me sentir na obrigação de me justificar, como digo tantas vezes, a minha verdade conheço-a bem, e a minha consciência deixa-me dormir bem todos os dias...
Outra via mais fácil era pegar no que me foi dito aqui no meu espaço e dissertar. Contar a minha história. Como a vivi. A relação que tive com as pessoas em causa. Longe de querer que assim seja, basta-me que as pessoas que me amam e estão ao meu lado saibam de tudo. Não pelos meus olhos, mas pelo que viram nos últimos anos. Pelo que foram obrigados a viver por minha causa. A minha vida não se trata de obter dos outros simpatia, ou pena. Nem sequer saber a percentagem de pessoas que está ou não do meu lado. Como disse sempre, todas as moedas têm duas faces!
Não me vou defender. Este espaço serve apenas para registar momentos, nunca realidades tão específicas. A minha defesa e da minha filha está feita e registada para memória futura desde o dia 6 de Junho. Será resolvida em sede própria. A nossa vida vai ser o que nós quisermos, e Deus nos permitir. Tudo o resto será pouco importante...

quarta-feira, junho 20, 2007

Acabaram...

...os remorsos! Por algumas vezes ainda me passou pela cabeça resolver as coisas a bem. Apetecia-me evitar polícia e tribunais. Hoje, depois de ler o que li, já nada disso me preocupa. Porque percebi finalmente que os momentos de paz são efémeros, que basta accionar um factor "x", que quem conhece sabe tão bem qual é, e voltamos ao mesmo tom de ameaças! Por isso hoje sei que não vou deixar passar impune um crime que foi feito contra mim. Hoje sei que não vou retirar a queixa, nem vou ouvir mais argumentos. Hoje tenho a certeza que custe o que custar, não mais me vou sujeitar a isto...
Tenho pena...de ter passado anos e anos a pactuar com o que não devia. A fechar os olhos ao que não devia. Estranho só a ousadia. E a falta de sensatez. Mas isso já deixou há muito tempo de ser um problema meu!

quarta-feira, junho 06, 2007

Volta...

...a minha fragilidade! Cometo mais erros. Começo a achar que tudo é um erro. Na minha certeza, a dor. Questiono tudo. Coisas nunca bem resolvidas na minha cabeça, que se misturam. O passado, com o presente. Aqueles que culpo. Aqueles que não estão cá, e me fazem falta, como a luz. O meu colo. A ausência dele! As indecisões, ou os caminhos errados, que não queria ser obrigada a percorrer. No meu limite. Muito longe dele! Os olhos embaciados, a alma vazia, e o coração que não ajuda. A frustração. A todos os níveis. Sem nada. A detestar-me. Ao fim de dias e dias rebento. Dói-me a cabeça. Dói-me o espírito. Dói-me a vida. Dói-me estar aqui!

quarta-feira, maio 30, 2007

Notas mentais

A Helena cresce saudável e feliz, indiferente à guerra que vou travar durante muito tempo. Não considero que o caminho que tomei seja o correcto, mas era o único. Quem conhece a minha realidade, quem conviveu comigo de perto nos últimos tempos, entende-me perfeitamente.

Não sou é um lobo vestido com pele de cordeiro, como lhe conto nas histórias. Tenho as minhas imperfeições, as minhas falhas, as minhas ausências, os meus problemas. Assumo e assumi naquela sala gelada os erros que cometi. Como me defendi, o que fiz! Posso ter vergonha, mas não me arrependo!
A velha história repete-se, as moedas têm dois lados! Mas nunca ninguém vai poder negar o que eu vivi, e continuo a viver todos os dias...

segunda-feira, maio 28, 2007

Borboletas na barriga

Ao fim de uns meses, a mesma sensação. Hoje de manhã! Fiquei arrepiada o dia inteiro. Valeu por dias e dias de desencontros, e faltas, e desentendimentos. Valeu por vidas. Valeu por me fazeres corar, ou desconversar! Valeu por te sentir realmente tu, no teu melhor.

As palavras a ecoar na minha cabeça. Eu a sorrir. E as borboletas que não páram sossegadas...

domingo, maio 27, 2007

Hoje...

... contigo ao telefone. Calma, a ferver por dentro! Como tenho aprendido, furiosa, mas a medir as palavras! Para não dizer nada de que me arrependa mais tarde! Ou para evitar uma discussão desnecessária. Lá vou dizendo, de outra maneira, aquilo que penso (aqui posso dizer que me apetecia apertar-te o pescoço, tendo em conta que já não me lês)!
Estranhamente, continuo a sentir-me vazia!

sábado, maio 26, 2007

Tarde...

... talvez demais! Tinha tantas coisas para te dizer. Hoje é Sábado. Saio contra vontade, quando não faz exactamente muito sentido! O telemóvel ao lado, à espera que toque. Às vezes não me reconheço. Nos meus ideais de mulher independente, as fragilidades! Fora do que sinto, apetece-me ser espontânea, chatear-me a sério contigo! Fazer birra, contra o que prometi. Temos quebrado tantas promessas...
Prendo-me a medo à esperança de que tudo na vida tem uma solução. Já a adivinhar que a nossa há-se ser breve! Ninguém vive assim durante muito tempo. Porque é Sábado, e como noutros dias devias estar ao meu lado.
Porque da minha parte, eu estou aqui...

domingo, maio 20, 2007

A partir de hoje...

Sem promessas que nunca consigo cumprir! O compromisso de ser mais eu, para procurar mais de ti! Estou assustada... mas tenho tanto a certeza!

sábado, maio 19, 2007

sexta-feira, maio 18, 2007

Passou...

...o dia 17, depois o 18, sem grandes alaridos! Talvez seja apenas eu, no meio da vida frenética, a lembrar-me do seu significado! Dou por mim concentrada, como nunca, no trabalho, mas com a minha capacidade intrínseca de fazer duas coisas ao mesmo tempo! Aqui, com a cabeça a milhares de quilómetros! Com conversas que se prolongam para além do razoável, as minhas eternas questões! Gostava de pensar menos sobre as coisas. Evitava-me mais de metade do sofrimento! Gostava de não ter que fazer sempre as mesmas perguntas, e saber ler nas entrelinhas! Gostava de não me sentir como uma miúda, assim!
Estar apaixonada é isto? A viver as inseguranças antigas, haja um dia alguém que me faça acreditar que é possível ser amada de uma maneira desinteressada, apenas por ser eu! Precisava dessa segurança! Precisava de não ouvir frases do género "eu não te avisei que ía ser assim?", ou "quando arriscaste desta maneira esperavas o quê?". Só tenho meia dúzia de respostas, que talvez pareçam clichés! Envolvi-me, porque sim! Tenho os meus sonhos, que talvez sejam surreais! Mas são meus...
Tenho a prova mais que provada que passo a vida a fazer asneiras! Com a salvaguarda de que tive sempre uma rede por baixo, quando tinha que cair! Queria ter a mesma rede! Ou conseguir um dia acreditar que o que sinto é recíproco, sem esta angústia diária!
Como costumo dizer, hoje estou aqui, mas queria tanto, mas tanto, estar alí...

quarta-feira, maio 16, 2007

Defendi-me...

... da maneira que pude! Com a certeza de que, daquele dia em diante, a minha vida estará mais facilitada, ou mais protegida. Pelo menos assim espero.
Por isso, e por enquanto, não fará exactamente muito sentido continuar a ter o meu cantinho privatizado! Tenho saudades da liberdade! Ficamos portanto na incubadora, à espera que haja sensatez para tolerarem a minha vida, os meus pensamentos, as minhas opções! A qualquer momento, e se necessário, inverte-se o processo...
Obrigada pelo apoio que tenho sentido! Espero que continuem por aqui...