terça-feira, outubro 11, 2005
Hoje apetecia-me... Parte II
ver a season 6 inteirinha de "Sex and the City", com a luz de uma fogueira e o teu sorriso ao lado...
Desde que nasceste que me tornei mais sensível a determinado tipo de coisas. Não sei se há ou não explicação científica, não sei dizer o que mudou em mim, sei que me vejo vezes sem conta a chorar (qual madalena arrependida), pelo que me dizem, pelo que vejo ou por coisa nenhuma!
Depois os comentários de sempre. Quando chego a qualquer lado onde não me conhecem e tenho que me apresentar, a conversa pára sempre no mesmo. Tenho 24 anos (por pouco tempo, mas enfim), e uma filha com quase 4. Fui mãe muito cedo. Parece que existe, não sei porquê, uma idade mais própria. Pois. Ainda estudava. Sim. Deixei de sair, como saía, de ir ao cinema, de jantar fora. Deixei o meu mundo. Passei a partilhá-lo. Não. Não tinha maturidade suficiente para ser mãe. Nem quando tiver 50 anos. Nunca estaria suficientemente preparada para a maternidade. Não sou as mães das revistas. Não sou perfeita. Longe disso...
Por isso este é um tema difícil para mim. Sei que não sou a única a ter os meus medos, as minhas angústias. Não sou a única a sentir-me sozinha. Não sou a única que enfrentou problemas. A acrescentar o facto de que nunca estive sozinha. Sempre tive o amor do teu pai, a compreensão e a ajuda permanente da nossa família. Nunca nos faltou nada. Cometemos, em nome da tua existência, muitos excessos. É só aí que sou diferente de todas as mulheres que vi, num destes dias, na televisão. Mulheres que frequentam uma Associação em Lisboa, onde recebem tudo o que não têm em casa. Ou mesmo a própria casa. Onde têm uma gravidez digna do nome, onde são ensinadas a criar os filhos, a ter uma profissão, onde lhes é dado apoio psicológico. Onde são ajudadas nas tarefas diárias, onde são esclarecidas as dúvidas. Onde recebem amor. Adultas e adolescentes. Sem idade marcada...
É tão fácil ajudar a AJUDA DE MÃE. Para além de me ter feito sócia por quase nada, num destes dias espero poder passar por lá e deixar algumas coisas que a ti já não fazem falta...
Depois os comentários de sempre. Quando chego a qualquer lado onde não me conhecem e tenho que me apresentar, a conversa pára sempre no mesmo. Tenho 24 anos (por pouco tempo, mas enfim), e uma filha com quase 4. Fui mãe muito cedo. Parece que existe, não sei porquê, uma idade mais própria. Pois. Ainda estudava. Sim. Deixei de sair, como saía, de ir ao cinema, de jantar fora. Deixei o meu mundo. Passei a partilhá-lo. Não. Não tinha maturidade suficiente para ser mãe. Nem quando tiver 50 anos. Nunca estaria suficientemente preparada para a maternidade. Não sou as mães das revistas. Não sou perfeita. Longe disso...
Por isso este é um tema difícil para mim. Sei que não sou a única a ter os meus medos, as minhas angústias. Não sou a única a sentir-me sozinha. Não sou a única que enfrentou problemas. A acrescentar o facto de que nunca estive sozinha. Sempre tive o amor do teu pai, a compreensão e a ajuda permanente da nossa família. Nunca nos faltou nada. Cometemos, em nome da tua existência, muitos excessos. É só aí que sou diferente de todas as mulheres que vi, num destes dias, na televisão. Mulheres que frequentam uma Associação em Lisboa, onde recebem tudo o que não têm em casa. Ou mesmo a própria casa. Onde têm uma gravidez digna do nome, onde são ensinadas a criar os filhos, a ter uma profissão, onde lhes é dado apoio psicológico. Onde são ajudadas nas tarefas diárias, onde são esclarecidas as dúvidas. Onde recebem amor. Adultas e adolescentes. Sem idade marcada...
É tão fácil ajudar a AJUDA DE MÃE. Para além de me ter feito sócia por quase nada, num destes dias espero poder passar por lá e deixar algumas coisas que a ti já não fazem falta...
segunda-feira, outubro 10, 2005
A propósito...
Era isto que queria dizer num destes dias e não consegui!
É isto que vejo tantas vezes, e que me arrepia.
Era por isto que dizia que a maternidade não é perfeita, como dizem sempre.
É por isto que digo que és especial, filha. Mas és criança. Com direito a birras, choros, e tudo.
É assim que perco tantas vezes a paciência!
P.S. - Eu juro que já tive este link! Que será feito dele e de outros que não devia ter perdido ?!?
Era isto que queria dizer num destes dias e não consegui!
É isto que vejo tantas vezes, e que me arrepia.
Era por isto que dizia que a maternidade não é perfeita, como dizem sempre.
É por isto que digo que és especial, filha. Mas és criança. Com direito a birras, choros, e tudo.
É assim que perco tantas vezes a paciência!
P.S. - Eu juro que já tive este link! Que será feito dele e de outros que não devia ter perdido ?!?
Durante o fim-de-semana:
(A prima espirra)
Com voz altiva, sai o seguinte comentário:
-Marianita: Não se espirra para cima do pai. Tens que por a mão à frente da boca!
E mais nada...
(A prima espirra)
Com voz altiva, sai o seguinte comentário:
-Marianita: Não se espirra para cima do pai. Tens que por a mão à frente da boca!
E mais nada...
sexta-feira, outubro 07, 2005
Hoje estou assim, como nos últimos tempos... nostálgica. Ou meia perdida. Nunca imaginei a minha vida assim aos quase 25 anos. Não me imaginava mãe, nem tia, nem sem o meu pai, nem sem estar a trabalhar... É impressionante como somos "pequenos", cheios de sonhos, de projectos, ou cheios de nada, e nos deparamos com tudo o que nos acontece, sem estarmos preparados. Surpresas da vida... umas melhores, outras nem tanto!
Faço um esforço mental, todos os dias, para não perder nada de ti. Sem parecer um cliché, sei que és uma criança especial. Nasceste poucos meses depois do teu avô ir para o céu. Digo-o tantas vezes... sempre soube que eras uma menina. Tinha a certeza. O teu nome, deve-se a uma colega espanhola do pai (Elena), ou talvez uma menina que conheci na infância. Na Nazaré, em casa de uns amigos dos avós. Uma menina que foi comigo ao circo. Uma Helena que, não sei porquê, nunca esqueci. Nem me lembro de a ter voltado a ver...
Eras pequena e linda. Achei-te tão linda. Nasceste naquele dia frio. Estava triste e feliz. Preocupada e feliz. Não preparada e feliz. A tia Patrícia asistiu a tudo, como sempre, apoiou-nos em tudo. Viu-te primeiro que eu. Primeiro que todos. E a partir daí iniciou-se uma nova fase.
Tive que aprender a viver contigo, e a deixar de lado a minha vida independente, desregrada. Nunca tive medos ou angústias em relação a ti. Penso que o meu instinto, que não tinha, nasceu naquele dia, contigo. Só me preocupava a tua fragilidade. Não te amamentei. Tenho pena. Não pude. O leite (que vulgarmente caía, como que de uma torneira aberta se tratasse), secou de um dia para o outro. Apesar de ter pena, nunca fiquei triste por isso. importante era que crescesses e te alimentasses bem.
Cresceste sempre tanto. Lembro-me de te festejarmos vulgarmente. Eras a primeira da família mais chegada. Fazias as delícias de todos. Tivemos a sorte de seres tão bonita, saudável, simpática, meiga, sociável. Tudo o que sonhava para uma filha.
Eras gordinha. Eras malandra. Com uma energia que não acabava nunca. Falaste desde muito cedo. Sempre pronunciaste muito bem as palavras, sempre te exprimiste de uma maneira muito peculiar. Sempre nos surpreendeste com palavras ou frases invulgares, que nos davam vontade de rir... E esta foi realmente a tua "habilidade". Há crianças que andam cedo, que têm dentes cedo, que crescem muito. Tu falavas. Pelos cotovelos... como ainda fazes!
Hoje és uma menina. Nunca te soube proteger como queria. Sou deslembrada, distraída, muitas vezes não tenho paciência para o que devia fazer contigo. Ando cansada, os nossos dias são curtos, o tempo que passamos juntas é pouco. E não corresponde ao que esperas de mim.
Tenho mesmo a certeza que és uma criança diferente. Não para melhor, ou para pior. Apenas diferente. Irradias luz e simpatia por onde passas. Todos falam contigo na rua. Respondes a todos com a mesma alegria. És caprichosa, tens uma personalidade vincada, tens o teu orgulho. Tens um sorriso que contagia e uma beleza que vem de dentro. Irradiada pelo brilho dos teus olhos.
Hoje, por ti, sei que a maternidade não é maravilhosa, como tantas vezes me dizem. É uma aprendizagem diária. Ou muitas vezes um sentimento de culpa. Uma dor na tua ausência. Um sorriso ao relembrar-te. É chegar a casa e ter-te, completamente. É admirar-te ou ralhar logo a seguir, pelo que fazes. É amar-te, mesmo no escuro. Amar-te com uma segurança que dói. Amar-te ontem, hoje ou sempre. Sem te pedir nada...
quinta-feira, outubro 06, 2005
Socorro!
O que é que eu faço a uma pimpolha que diz que dá beijinhos na boca ao namorado, na escola, às escondidas da professora? E que me responde, quando lhe digo que não quero, que não estou lá para ver ?
E o que é que eu faço com um piolhito que, ao ir para a cama, ía a cantar:
"Para mim tanto faz... coisas boas ou coisas más"...
1º Não vimos os Morangos com Açucar aqui em casa!
2º Não temos o cd!
3º Não sei onde ela aprendeu a dita cantiga!
4º Eu tenho um bebé, não uma adolescente, ou uma pré-adolescente.
(Desabafo: às vezes dá vontade de fechar a minha princesinha num bunker, e não deixá-la crescer nunca...)!
(Desabafo 2: Definitivamente, não estava peparada para a maternidade...)
(Desabafo 3: a única coisa que consegui dizer hoje foi - ao telefone à minha mana "vai-te preparando... a seguir és tu... falta pouco"! Só para não me sentir sozinha...)
5º Tenho que ir espreitá-la à escola...
6º Hoje dei mais valor aos meus pais, por terem sido como foram!
terça-feira, outubro 04, 2005
Mãe gorda...
Ontem ouvia uma conversa tua com a avó:
- Não quero ser gorda como a mamã - dizias.
Hoje de manhã disseste-me:
- Mamã... as tuas mamas são gordas e feias!
Desabafos do momento:
(A criança anda com o espírito crítico bastante apurado)!
(Vou procurar o n.º do Talon nas páginas amarelas)!
(Quem diz a verdade não merece castigo...)!
- Não quero ser gorda como a mamã - dizias.
Hoje de manhã disseste-me:
- Mamã... as tuas mamas são gordas e feias!
Desabafos do momento:
(A criança anda com o espírito crítico bastante apurado)!
(Vou procurar o n.º do Talon nas páginas amarelas)!
(Quem diz a verdade não merece castigo...)!
segunda-feira, outubro 03, 2005
Finding Nemo!

Este vai ser o tema do teu aniversário este ano! Depois de brinquedos, palhaços e do Tom e Jerry, "escolhemos" o Nemo (com a Dory, que é a tua "peixa" favorita)!
Já comecei a adiantar trabalho (embora ainda seja bastante cedo, mas enfim)! Imprimi desenhos em branco alusivos ao tema, para que possas enchê-los de cor com os teus amiguinhos.
Já escolhi também a lembrança. para além do saquinho dos bombons (que faz parte), vou utilizar a máquina fotográfica digital, e vou tirando fotos, ao longo da festa, tuas com cada amiguinho, que depois imprimo ao lado do Nemo, com uma frase de agradecimento pela visita. Penso que vai ficar engraçado! E pelo trabalho que me vai dar, é bom que a festa dure muiiittttooooo tempo!
domingo, outubro 02, 2005
Parabéns!
quinta-feira, setembro 29, 2005
A mamã iniciou este blog há um ano, inspirado noutros que foi lendo, num emprego que lhe dava pouco trabalho. No início, a mamã separava nos links as mamãs, as quase mamãs e as mamãs em tentativas. Felizmente, em apenas um ano, algumas histórias menos felizes, foram-se transformando em bebés que cresceram rapidamente nas barriguinhas. E outros hão-de-se seguir...
É inevitável haver preferências. Como em tudo na vida... Há meia dúzia de blogs que a mamã visita com um carinho especial. Uns que já terminaram, outros que continuam, outros que regressaram...
Só para te explicar, filhota, que a internet faz destes milagres. Como tu própria o és. A mamã deu por ela a ler histórias de pessoas que nunca viu, mas que é como se fossem da família. Estranho, não é ? Mas é assim que a mamã sente. Mesmo que esses laços nunca vão além do virtual.
Quando a mamã soube da existência da priminha, ainda minúscula, na barriga da tia, incutiu aos tios este gosto. Como que se fosse um diário moderno, onde rimos, ou por vezes choramos, onde muitas vezes contamos aquilo que não podemos dizer. Porque aqui somos mais livres, mais tolerantes... E damos por nós a comentar a vida de outras pessoas, de outros bebés, de outras famílias, como se fossemos amigos de longa data.
Só para te dizer que num dos blogs do meu início. Num dos blogs que é uma referência. Num dos blogs que deu origem ao teu. Num desses blogs cresce uma ervilhinha pequena. Como a tia disse tão feliz ao telefone.
Parabéns INÊS. Apesar de nunca me teres visto, de não saberes quem sou. Hoje sou apenas mais uma feliz por vocês quatro. Muito feliz...
terça-feira, setembro 27, 2005
Às vezes, a vaguear pela blogoesfera, vou encontrando outros babyblogs/kidsblogs que me agradam muito.
Espero que as mamãs, bebés, manos, manas, papás... enfim, todos, não se zanguem comigo por tomar a liberdade de "linká-los"!
Hoje descobri, e gostei:
- Histórias da Mamã, da Mafalda, Matilde e dos gémeos Tiago e Tomás que vêm a caminho!
- Morango e Cereja, de um menino, uma menina, uma mamã e um papá!
- Mãe babada, de uma menina e um bebé a caminho!
- Alma de Pai, do pai e do filho!
- Bebé Birras e mamã!
- O filho dela e ela!
- Profissão: mãe de dois rebentos!
A blogoesfera é tão divertida, e há tanto por descobrir, que estou sempre à procura de mais histórias...
Espero que as mamãs, bebés, manos, manas, papás... enfim, todos, não se zanguem comigo por tomar a liberdade de "linká-los"!
Hoje descobri, e gostei:
- Histórias da Mamã, da Mafalda, Matilde e dos gémeos Tiago e Tomás que vêm a caminho!
- Morango e Cereja, de um menino, uma menina, uma mamã e um papá!
- Mãe babada, de uma menina e um bebé a caminho!
- Alma de Pai, do pai e do filho!
- Bebé Birras e mamã!
- O filho dela e ela!
- Profissão: mãe de dois rebentos!
A blogoesfera é tão divertida, e há tanto por descobrir, que estou sempre à procura de mais histórias...
Este é um ano especial. Pela primeira vez, no teu aniversário, vamos fazer uma festinha com amigos da escolinha. Já o podia ter feito noutros anos, mas achei sempre que ainda eram todos muito novos, e não dariam tanta importância. Para além disso, na tua escola nova o ambiente já é mais familiar, já conheço grande parte dos pais, e já me sinto mais à vontade para convidar os seus filhotes.
Tenho vontade que tenhas uma festa daquelas como eu e as tias tínhamos. A cheirar a alegria. Só que com palhaços. Ou modeladores de balões. Daqueles que tanto gostas. Já ando a ver preços, a pedir orçamentos. E a avaliar o mercado, parece-me que a solução mais viável é recrutar à força os Palhaço-Tios e as Palhaças-Tias!
Bem... mas o melhor mesmo é começar a fazer um curso de culinária intensivo, já que faço questão de ser eu a fazer os doces e os salgadinhos. Nessa altura até vou estar de "férias forçadas" (tendo em conta que é no intervalo de tempo entre a entrega e a defesa do projecto de fim de curso). Com os meus dotes culinários, o mais certo mesmo é irmos todos acabar ao MacDonnalds!
P.S. - Aceitam-se sugestões (de muito bom grado), de receitas divertidas... e coloridas!
segunda-feira, setembro 26, 2005
sábado, setembro 24, 2005
Dor Maior
21h23. Dormes ao meu lado. Os meus olhos húmidos deixam escorrer as lágrimas. Venceram-me. Uma dor tão grande, tão funda. Acompanhada de falta de ar, falta de palavras, falta de tudo.
Uma dor pequena. Ao pé daquelas da televisão. Uma dor que sendo-o não chega a sê-lo. Dor de raiva, de pena, de nada. Só dor.
Dor das palavras que ouvi um dia, do meu avô querido. Que há quatro anos não sorri como dantes. A dor dele que me disse que não havia nada pior que perder um filho. Hoje acredito mais que nunca. A minha dor semelhante, quando me lembro do meu pai...
2 mortos por dia. Jovens. 5000 famílias por ano que choram os seus filhos. E eu aqui. Uma mãe péssima que tenho sido. Sem paciência, sem tempo, sem energia. Só com amor. Sem mais nada.
Uma dor pequena demais comparada com as que vi. Mas que não passa. E que me tem destruído nos últimos dias. Sem força para nada.
Hoje arranjei uma desculpa para a minha dor. Como seria perder-te?
Dor maior...
Uma dor pequena. Ao pé daquelas da televisão. Uma dor que sendo-o não chega a sê-lo. Dor de raiva, de pena, de nada. Só dor.
Dor das palavras que ouvi um dia, do meu avô querido. Que há quatro anos não sorri como dantes. A dor dele que me disse que não havia nada pior que perder um filho. Hoje acredito mais que nunca. A minha dor semelhante, quando me lembro do meu pai...
2 mortos por dia. Jovens. 5000 famílias por ano que choram os seus filhos. E eu aqui. Uma mãe péssima que tenho sido. Sem paciência, sem tempo, sem energia. Só com amor. Sem mais nada.
Uma dor pequena demais comparada com as que vi. Mas que não passa. E que me tem destruído nos últimos dias. Sem força para nada.
Hoje arranjei uma desculpa para a minha dor. Como seria perder-te?
Dor maior...
sexta-feira, setembro 23, 2005
Por sugestão daqui, lembrei-me da Feira Bebés&Mamãs contigo, o papá e o mano vai fazer três anos!
Trouxemos papas (imensas), fraldas, toalhitas, revistas, biberons... tanta coisa! E fomos passear, que foi o mais importante...
O melhor mesmo foi que havia uma pista de "gatinhanços", onde havia corridas. Alinhaste numa delas, enquanto te chamava no percurso. Ao sinal de partida, todos os bebés gatinharam , mas muitos deles voltavam atrás, entre outras acrobacias. Fizeste a pista toda, confiante, ganhaste a corrida, um brinquedo muito engraçado e eu ganhei uma história para contar...
Se for genético, filhota, desanima-te. A mamã praticou atletismo quando era pequena e ficava sempre em último. O papá... esse... acho que nem sabe correr! O melhor é mesmo dedicares-te à pesca...
Trouxemos papas (imensas), fraldas, toalhitas, revistas, biberons... tanta coisa! E fomos passear, que foi o mais importante...
O melhor mesmo foi que havia uma pista de "gatinhanços", onde havia corridas. Alinhaste numa delas, enquanto te chamava no percurso. Ao sinal de partida, todos os bebés gatinharam , mas muitos deles voltavam atrás, entre outras acrobacias. Fizeste a pista toda, confiante, ganhaste a corrida, um brinquedo muito engraçado e eu ganhei uma história para contar...
Se for genético, filhota, desanima-te. A mamã praticou atletismo quando era pequena e ficava sempre em último. O papá... esse... acho que nem sabe correr! O melhor é mesmo dedicares-te à pesca...
Subscrever:
Mensagens (Atom)








