É impossível escrever tudo isto sem lágrimas nos olhos. Não sei porquê! Talvez porque cresces, e me foges, e não sei. Nada. Mas hoje é um dia feliz, filha. O nosso dia. O dia em que comemoro quatro anos de ti...
Quatro anos que passaram a correr, desde aquele dia de Novembro, cheio de sol. Naquele dia em que deixei de estar grávida para te receber. Uma gravidez que não aproveitei como devia. Um parto do qual tenho más memórias. Só tu. E o teu pai. As tuas tias. A avó. Os tios. Tantos outros. Todos. Que nos amaram e mimaram tanto..
É um dia feliz, filha. Vejo-te crescer. Oiço-te crescer. Cheiro-te. És tão pequena e tão minha. Mostraste-me que nada é mais eterno que os nossos laços. Que a tua vida. Que tu. Nada me dá mais prazer, do que te saber ao meu lado. Nada é mais meu. Mesmo com as birras, os desenganos, os dias maus. Mesmo que, vezes sem conta, não corresponda às tuas necessidades de menina pequena. Mesmo que, tantas vezes, não me saiba expressar convenientemente...
É um dia tão feliz, filha. Sem saber o que te dizer digo-te apenas que queria ter o prazer de viver cem mil anos contigo. Para festejarmos sempre. Para te ouvir dizer: "Há bolo? Posso comer o desenho?" Ou só para ver o teu sorriso. Para ouvir a tua gargalhada. Os teus dentes de ratinho!
Sabes... vou dizer-te ao ouvido. Como já disse tantas vezes, a tanta gente. Sempre soube que te ía ter a ti. Sempre soube que fazias parte da minha vida. Muito antes de nasceres. Nunca imaginei é que ías ser tão linda...
Quatro anos que passaram a correr, desde aquele dia de Novembro, cheio de sol. Naquele dia em que deixei de estar grávida para te receber. Uma gravidez que não aproveitei como devia. Um parto do qual tenho más memórias. Só tu. E o teu pai. As tuas tias. A avó. Os tios. Tantos outros. Todos. Que nos amaram e mimaram tanto..
É um dia feliz, filha. Vejo-te crescer. Oiço-te crescer. Cheiro-te. És tão pequena e tão minha. Mostraste-me que nada é mais eterno que os nossos laços. Que a tua vida. Que tu. Nada me dá mais prazer, do que te saber ao meu lado. Nada é mais meu. Mesmo com as birras, os desenganos, os dias maus. Mesmo que, vezes sem conta, não corresponda às tuas necessidades de menina pequena. Mesmo que, tantas vezes, não me saiba expressar convenientemente...
É um dia tão feliz, filha. Sem saber o que te dizer digo-te apenas que queria ter o prazer de viver cem mil anos contigo. Para festejarmos sempre. Para te ouvir dizer: "Há bolo? Posso comer o desenho?" Ou só para ver o teu sorriso. Para ouvir a tua gargalhada. Os teus dentes de ratinho!
Sabes... vou dizer-te ao ouvido. Como já disse tantas vezes, a tanta gente. Sempre soube que te ía ter a ti. Sempre soube que fazias parte da minha vida. Muito antes de nasceres. Nunca imaginei é que ías ser tão linda...
Parabéns, filha! Parabéns!


















