sábado, abril 14, 2007

Gostava...

... de ter maneira de resolver harmoniosamente os problemas dos últimos dias! Quando a vida é mesmo assim! Por um lado, a felicidade extrema de te ter comigo. Depois, o reverso da medalha.
Nunca me disseste que ía ser fácil, eu nunca pensei que custasse tanto...

Dias como hoje...

... não se esquecem!

A tua imagem permanece sempre presente. Todos os dias da minha vida...

sexta-feira, abril 13, 2007

O que mais me aborrece...

... nas pessoas em geral. Numa em particular. Ouvir-me pacientemente, enquanto faço queixas, anotações, divagações ou desabafos. Sem reacção. No fim, com uma mudança de assunto repentina, ou um "tenho que desligar, falamos mais tarde". Irrita-me deixar assuntos para o dia seguinte, não falar de uma coisa que me preocupa, ter forçosamente que ignorar ou adiar uma situação que podia ficar à partida resolvida...

Irrita-me esta sensação de "Déjà vu"...

A caminho da escola...

- Mãe, sabes o que o Lucas quer ser quando for grande? Pianês (sem me dar tempo de resposta)!
Pianês ???? Risos...

quarta-feira, abril 11, 2007

Há música...

... da qual gosto especialmente sem saber porquê! Como esta, que estive anos e anos sem ouvir, que ouvi hoje, a caminho de casa. E soube tão bem...

Numa destas noites...

... sem dormir, andei a vaguear pelo blog, desde o início. A lamentar o facto de não ter momentos da Helena desde sempre. A recordar fases e frases das quais já nem me lembrava, dias bons outros nem tanto que nos foram acontecendo! O meu bebé, que vai fazer 6 anos. Como é que se descreve a vida de um filho, ou como se escrevem na nossa memória páginas da vida deles, sem que nada se perca, ou se desvaneça, ou se apague. O meu bebé pequeno. Naquele primeiro dia frio, com os raios de sol a entrarem teimosamente pela persiana da janela. Quando nos conhecemos. E como estabelecemos os laços que nos hão-de unir todos os dias, apenas e só para o resto das nossas vidas. A minha menina, que nos encheu de alegria. Que nos provou que o amor é mais forte que tudo, e que as tristezas, e que os desgostos, e que as amarguras. Que na sua simplicidade pintou os nossos dias de cores fortes. Que me preenche os sonhos. A minha mulher pequena, que cresce todos os dias, sem que eu assim queira. Que amo de uma forma inquestionável e incondicional. De quem tenho tanto orgulho, tanto. A minha princesa que nasceu ontem de nós, de quem procuro ecos dos anos já passados nos traços doces...
Tinham-me dito que os anos passavam a correr. Eu não acreditava. Dou por mim a ter que inscrever o meu bebé na escola primária. E a tentar adiar mais um dia, e outro, por ver o tempo a passar depressa demais. E a minha vontade de que a minha menina fosse novamente bebé, e que estivesse aqui comigo. Sempre, sempre...

Pode ser que assim...

... te consiga obrigar a ouvir isto!!!

terça-feira, abril 10, 2007

O que eu...

... ainda me vou rir com isto! Há pessoal que pensa que vai para Cabo Verde, e ainda acaba, com alguma sorte, no Cabo Carvoeiro...
(Não desanimem... podem sempre ficar no 203 do Sol Peniche... a piscina aquecida é nice, e o Director do Hotel é um "must")!

A alegria...

... de voltar à escola era incontida! Entre risinhos, pulinhos, gritinhos e beijos muitos. Aos colegas, à professora, à auxiliar! E um brilho no olhar inconfundível!
Ainda tem tanto tempo para aprender que estar de férias é tão bom...

domingo, abril 08, 2007

O que nos rimos hoje...







... assim! Eu a tirar-lhe fotos, ela a tirar-me a mim, nós a tirarmos às duas!!!

sábado, abril 07, 2007

Difícil...

... dissociar a Páscoa daquele dia, mesmo que sejam dias diferentes. Sempre as mesmas imagens que me percorrem o pensamento. A tentar esquecer-me dos dias maus, e a guardar na memória o teu sorriso. Disseram-me qua seria melhor assim. Que com o tempo esta dor se atenuava, e dói da mesma maneira, todos os dias, mesmo seis anos depois...
A nossa vida mudou, desde aquela Páscoa! Nunca mais nada foi da mesma maneira, embora passe os dias a tentar reinventar-te. Como se fosse possível que aqui estivesses novamente. Como se fosse possível ouvir mais uma vez a tua voz. Uma única vez! Encontrei-te, vezes sem conta, nos sonhos que tive noite após noite, que com o tempo acabaram por desaparecer. Revejo-te estampado na cara das meninas. O nariz pequeno, as bochechas redondas, e o sorriso rasgado. Encontro-te nos amigos, que aqui permanecem, que te relembram tantas vezes, para me recordar que a tua vida não foi em vão, apesar de ter terminado cedo demais.
Porque só quem não te conheceu não entende como eras! Porque eu própria nunca conheci ninguém como tu...
A nossa casa mudou, desde aquela Páscoa. Já não se respira a tua alegria. Por entre as quatro paredes, apenas ecos da tua presença e a certeza única e absoluta da falta que nos fazes, todos os dias...

Impressionante...

... que a Internet me proporcione o que a vida não me proporcionou durante anos a fio! À distância de um "clic" navego pela vida em imagens de colegas de escola, amigos de outros tempos, ou simplesmente conhecidos.
Sem falsos saudosismos, e com o meu mau feitio comprovado e assumido, raros são os contactos que mantive com pessoas da minha infância e adolescência. Costumo dizer que as verdadeiras amizades são aquelas que cultivei no seio da minha família. Dou por mim a olhar para o rumo que as vidas de todos tomaram. Em cerca de 9 anos, desde que fui para Coimbra estudar. 9 anos depois, as mesmas caras. E as voltas e revoltas que a vida deu...
Estranho, o Hi5.

sexta-feira, abril 06, 2007

Foi...

... feliz para casa do pai. Oxalá que aproveitem bem o excelente dia de Primavera!

quarta-feira, abril 04, 2007

Hoje...

... contei-te um segredo, que não sei se irás ou não partilhar com alguém. Não que te ensine a mentir, ensino-te apenas a respeitar a privacidade dos outros. Já estás crescida, e é tão fácil confiar nesse sorriso lindo de menina. Mais um passo para o nosso crescimento em comum...

terça-feira, abril 03, 2007

Depois...

... de dias e dias com uma avaria qualquer no pc que não me deixava nem postar, nem comentar, eis-me de volta!!!

quinta-feira, março 29, 2007

Pesadelos

Esta já não é a idade dos pesadelos, mas numa destas noites foi inevitável. A meio da noite (agora sempre de luz apagada, e sem televisão ligada... o medo do escuro foi superado), aparece na minha cama a dizer que tinha tido um pesadelo.
Conforme indicações médicas anteriores, conversei com ela, não dei muita importância, e tentei que dormisse novamente, o que só aconteceu uma hora depois. Quando acordámos lembrava-se perfeitamente de tudo, e lá me foi explicando que tinha sonhado com um dinossauro que comia a avó.
Há dinossauros muita malucos...

terça-feira, março 27, 2007

Mais simples se aprendessemos com os erros que não cometemos, com as pessoas que não amámos, com as perdas que não sofremos. Muito mais fácil seguirmos o nosso caminho imunes às nossas próprias fragilidades, longe das desilusões e das crenças inimagináveis.

Vira-se uma página, e hoje o dia termina como começou...

domingo, março 25, 2007

Talvez...

...ninguém entenda o fascínio que tenho desde sempre por aeroportos. Mais uma das minhas manias estranhas. A velha máxima de que proporcionam reencontros entre as pessoas. Quando a crueldade de uma despedida é apenas um mero "até já". Ou a emoção e a ansiedade de esperar por alguém de quem se tem tantas saudades. Talvez uma mera e simples associação a um defeito ou efeito profissional. As viagens.
E eu aqui, tão longe, a pensar em férias...

sábado, março 24, 2007

Sexta feira...

... dia de folga. Tempo para descansar. Como noutra sexta-feira qualquer pego no carro e vou buscar a princesa à escola. Em cima das 15h30, porque os petizes se atrasam sempre à hora de beber o leite. Caminho normal, com uma diferença. Num cruzamento à minha direita (que sei que tem STOP), vejo um carro que não pára. Numa fracção de segundos. Bate-me do lado direito e projecta-me o carro contra a parede de uma casa do outro lado da estrada. Noutra fracção de segundos, fico em pânico. Montes de gente à minha volta, eu sem conseguir respirar, ou reagir. Tudo aos gritos, uma mulher a bater-me com força no braço a dizer-me para me acalmar (noções populares de socorrismo, concerteza). E ou senhor a gritar para trazerem as luvas. As luvas? Lembro-me de me doer a cabeça, de por a mão na cabeça, de tentar perceber se tinha sangue em algum lado através do retrovisor. De sentir apenas uma dor forte, e um galo enorme! Depois de meia dúzia de telefonemas, lá preenchemos a declaração amigável, onde o rapazito se dava como culpado (quem mandou não parar num STOP?), e fui tratar das burocracias. O meu Fiat Punto, amigo de tantos anos e tantas viagens foi quem ficou mais mal tratado, coitado! Talvez nem tenha remédio...
Depois de tudo, e com a dor de cabeça a manter-se, e um estado de quase adormecimento geral, lá fui ao Hospital. Entre um exame neurológico, meia dúzia de palpadelas e dois raio x, vim com a indicação de que tenho que fazer repouso. Nada de especial! O médico (que cheirava maravilhosamente, e era todo giraço), a gozar com a minha cabeça (dizia que parecia de criança), e a mostrar-me a minha mais recente aquisição dentária! Um must...

quinta-feira, março 22, 2007

City of Angels

Sem saber exactamente quando, o amor começa num qualquer momento. Longe de ter a resposta correcta à tua pergunta, naquele dia! Apenas com a certeza de que a tua presença se tornou essencial, e inquestionável. Que a tua voz me acalma, com a tua capacidade intrínseca de me fazer sorrir! Fazes-me falta...

Na vida, como nos filmes. Nem sempre os finais são felizes! E ficando ou não juntos, qualquer que seja o nosso futuro, onde quer que estejamos. A única certeza. Conhecer-te já tem sido bom demais...

Do Carnaval...



...na escola, ficam as memórias em imagem! E o sorriso mais lindo que alguma vez conheci...

...




quarta-feira, março 21, 2007

Apesar de tudo...





Estar aqui valeu pela vida! O meu fim-de-semana por (poucas) imagens. Não tantas quanto as memórias, e as saudades... Lembras-te da música na ponte?

A distância...

... entre a felicidade e a descrença é tão ténue!

terça-feira, março 20, 2007

Dentição

Não da princesa, mas minha! Espantem-se os descrentes... tenho dois novos dentes a nascer (e tenho 26 anos, ok?)!