quarta-feira, junho 20, 2007

Acabaram...

...os remorsos! Por algumas vezes ainda me passou pela cabeça resolver as coisas a bem. Apetecia-me evitar polícia e tribunais. Hoje, depois de ler o que li, já nada disso me preocupa. Porque percebi finalmente que os momentos de paz são efémeros, que basta accionar um factor "x", que quem conhece sabe tão bem qual é, e voltamos ao mesmo tom de ameaças! Por isso hoje sei que não vou deixar passar impune um crime que foi feito contra mim. Hoje sei que não vou retirar a queixa, nem vou ouvir mais argumentos. Hoje tenho a certeza que custe o que custar, não mais me vou sujeitar a isto...
Tenho pena...de ter passado anos e anos a pactuar com o que não devia. A fechar os olhos ao que não devia. Estranho só a ousadia. E a falta de sensatez. Mas isso já deixou há muito tempo de ser um problema meu!

terça-feira, junho 19, 2007

Às vezes...

...pareces um cachopo pequeno! Longe daquela sensatez e calma a que me habituaste. Dou por mim a ter que ser a pessoa adulta na nossa relação, quando sou membro honorário do clube da criançada.
Às vezes não entendes o meu esforço. Nem percebes que as discussões que nunca o foram realmente não se vão repetir. Embora eu própria também tenha as minhas fraquezas e inseguranças, que vou tentando a custo camuflar. Porque sei que o tempo tudo cura, tudo resolve. Porque sei que as decisões dependem exclusivamente de nós. Dou por mim a pedir-te desculpa pelo que não fiz. Não que tenha medo. Ou talvez sim.
Perplexa com o que ouvi de ti hoje! Claro que sei que o esforço é recíproco. Se assim não fosse, nada faria sentido! Vou-me habituando a viver com as tuas mudanças, sem ter para elas uma explicação concreta. Habituei-me à tua maneira peculiar de me dizer as coisas.
Hoje... apesar de tudo. Sem tristeza, sem nada. Caem-me duas ou três lágrimas. Ando chorona, é certo. Mas eu só queria que entendesses que muito do que digo são desabafos. Muitas vezes, pensamentos ditos em voz alta, que nada têm de ofensivo. Em nada são contra o que quero e acredito. Vais-me fazendo crescer devagar. Sem saber se quero. Sei só que não quero, por ti, deixar de ser espontânea, ou ser menos eu. E a ti, como hoje... de vez em quando cai o pano e vais revelando mais um ou outro ponto fraco.
Se estou contigo, é porque acredito...

A justiça...

...tarda, mas não falha! Finalmente alguém confirma a minha história de Braga! Finalmente alguém diz que já ouviu uma reportagem acerca do dito fenómeno na televisão...
Pois é... Eu - 3 Cunhado - 0
(EHEHEHEHEHE)!

segunda-feira, junho 18, 2007

18 de Junho

3 meses depois! Sem perspectivas, apenas expectativas baseadas nos sonhos. Longe do quotidiano, uma distância que se prolonga para lá do tempo e do espaço.
Olho para nós. Com a instabilidade de não saber como seremos. E a certeza mais que perfeita de saber que estou contigo. E o quanto isso me faz bem...

Desconfio...

... quando um dia que corre exageradamente bem. Sem motivo nenhum em especial.
(Esta coisa dos intintos é tramada...)!

Cobaia

Uma agulha espetada na cabeça, outra no pulso, mais uma na orelha!
(Como dizia o outro... estou na mesma)!

I wish...

Se pedirmos um desejo com muita, muita força, será que se realiza?
Respostas para amanhã ao fim do dia...

sábado, junho 16, 2007

sexta-feira, junho 15, 2007

Constatação de um facto...

...ao contrário do esperado, um dia, a minha sala não terá uma parede vermelha!

quinta-feira, junho 14, 2007

Primeira vez...

...em dias, talvez meses, uma alegria espontânea. Sabe-me bem saber-te assim! Não se pode cultivar o mau feitio para sempre, como dizes. Talvez desta vez se abram os novos horizontes. Talvez as mudanças recentes te tragam mais serenidade, e consequentemente nos ajudem a sublevar as coisas menos boas que temos vivido. Sempre ao bom estilo da classe, e a aproveitar a boa maré, lá vou tentando levar a água ao meu moinho. Um dia destes chegas e tens o meu projecto que ainda está só alinhavado, completo e documentado.
Sem me lembrar que provavelmente se dificultou o nosso fim-de-semana. Com o tempo, muitos outros virão. Vale pelo teu sorriso...

quarta-feira, junho 13, 2007

Para a posteridade...

Fiz arroz malandro. Muitos anos depois da primeira tentativa de fazer um arroz decente, bastou ler e seguir as instruções do pacote à risca...
Estou maravilhada...

Quando...

...a persistência é posta à prova. Não serei parte de uma fábrica de sonhos. Apenas de uma janela aberta de convicções. Posso estar errada, enganada. Posso magoar-me mais. Por dar mais um tiro no escuro. Mas no fim vai ficar a certeza. Tudo fiz, tudo joguei. Porque acredito!
Tenho saudades de cada cm nosso. Das horas de antologia. Das Segundas-Feiras de manhã. Do sentido de humor, do que me faz rir. Saudades da sangria de morangos, das conversas, do sol a bater-nos nos olhos. Das descidas que fazem os carros subir. Do ponto morto. Saudades da música da vida quando estou contigo. Do que me fazes ser. Saudades dos argumentos. De quem sou quando estou contigo...

terça-feira, junho 12, 2007

Still a little...

...hard to say what's going on!

Há cerca...

...de um ano perguntavam-me na entrevista do meu actual emprego como é que me imaginava um ano depois. A resposta não foi exactamente coincidente com a minha vida actual...

Difícil...

...dizer como me sinto nos últimos dias. Por entre o cansaço, a falta de uma noite de sono inteira, entre outras dores. A assumir que a pressão psicológica tem sido mais que muita, apesar da calma. As minhas fraquezas. Sei que preciso de ajuda.
Vem-me sempre à memória o dia em que tirei a carta de condução. Sim, eu guiava mal (esta afirmação vai dar azo a piadas fáceis por parte de quem sabe que eu continuo um verdadeiro perigo público). Sim, o meu pai pagou mais não sei quantas aulas. Terminei o exame que me correu para lá de mal. O engenheiro disse que me passava por generosidade (aquele tom irónico é inesquecível). Liguei para o meu pai a chorar desesperadamente, enquanto ele me perguntava incrédulo "se passaste porque é que estás a chorar?".
Não sei justificar. Quando posta perante uma situação de stress, lá vou aguentando à minha maneira. No fim desabo. Hoje desabei novamente! Sem saber exactamente o desfecho dos meus dias, hoje mais um. Com serenidade, e a dificuldade intrínseca em aceitar aquilo que não quero. E o medo de perder quem quero, medo de poder não estar novamente com quem quero. Pavor de não voltar a sentir-me como me senti um dia. Nunca me sinto suficientemente preparada para o futuro. Ou para o futuro que eventualmente não escolhi...

segunda-feira, junho 11, 2007

Surpresas...

Pessoas com as quais não temos relações absolutamente nenhumas aparecem subitamente com gestos de carinho. Pessoas a quem damos o melhor de nós desaparecem subitamente sem qualquer justificação. No primeiro caso a estupefacção, no segundo a desilusão. Em ambos a surpresa!

domingo, junho 10, 2007

The reason

O dia...

...em que descobri que tinha um pequeno génio em casa. No banho:
- Mãe, se a terra é redonda, porque é que as cadeiras não caem?
Eu, como se soubesse a resposta, lá lhe vou dizendo convicta que se relaciona tudo com uma força chamada "Lei da Gravidade", que prende os objectos à terra e não os deixa cair.
- Como um iman gigante?
(Nota mental... procurar livros de Ciências Naturais, Física, Química e afins. Não para ela, mas para mim)!

sábado, junho 09, 2007

Sábado à noite...

...dormes no sofá há horas, impávida e serena. Enquanto te abraçava, mesmo antes de adormeceres, pensava me nós. Em mim. Na minha vida. De Sábado. Aqui sozinha, porque não consigo nem quero estar de outra maneira. Com a minha veia derrotista. Ontem tinha um pássaro na mão, hoje não sei se voou!
Olho à minha volta, na minha pressa e ansiedade de resolver o que nunca terá uma solução pacífica. As lágrimas caem em bica. Como se na velha história, tudo fosse destruído apenas com um toque meu. Olho para trás e sinto que és a única coisa que me resta. Sem saber se algum dia me vais perdoar por não te amar como mereces. Por não ser a mãe que desejava ser. Por nos deixar afectar por assuntos que nunca te deviam dizer respeito! Por não me deveres a tua felicidade.
Olho para a frente, sem um solução exacta. Sei exactamente o que queria. E não era isto...

sexta-feira, junho 08, 2007

Diz tudo?

Internacional

A minha mente desassossegada faz-me ver esporadicamente, a título de curiosidade, o mapa das visitas feitas aqui ao cantinho. Diariamente (à parte de gentes do rectângulo à beira mar plantado), recebo visitas de localizações estranhas, vindas sabe-se lá de onde. Faço uma pesquisa no Google (para começar por algum lado), e lá aparece um link. Que chique, penso. Tenho que me internacionalizar. De forma regular, do Brasil (estes não precisam de tradução), dos Estados Unidos, Espanha, Suiça, Holanda e Reino Unido. No mínimo, "interesting"...

Ao telefone...

...falamos desinteressadamente dos nossos homens. Dos passados, dos actuais, dos que hão-de vir. "Can't live with, can't live without". A Pipa faz-me rir à gargalhada, no meio de conversas meio a sério, meio a brincar, que me esvaziam a alma. No meio de considerações ou confissões estranhas, concluímos que na nossa idade não se muda um homem de 30, por mais que se tente (o medo)! Concluímos que há homens indiferentes ao nosso carinho, que se isolam perante os problemas, prescindindo tantas vezes da nossa presença (o pânico). Concluímos que podemos andar a vida inteira a guerrear e a discutir, e a querer, mas as diferenças são reais, e acentuam-se nas mais diferentes situações do dia-a-dia (o terror). Concluímos que nem sempre são tão pragmáticos como dizem, e que muitas vezes arranjam refúgios para nos dispensarem, quando bastava apenas serem sinceros (a tragédia)!
Qual vertente "Sex and the City"! Concluo sozinha que ando a perder tempo, o a desvalorizar quem não devia. A subestimar sentimentos, a preocupar-me com assuntos secundários, quando devia focar-me noutros! Com a esperança de não ser tarde demais. Viro uma página, suspiro, e agradeço secretamente a quem se mantém ao meu lado. Apesar de mim. Apesar de tudo...

quinta-feira, junho 07, 2007

Defeito profissional...

6 (s-e-i-s) telemóveis dentro da minha mala atestam a minha insanidade mental!

quarta-feira, junho 06, 2007

Mais uma vez...

...sinto-me a acusar a distância. A incompreensível confusão mental de quem não pode olhar todos os dias, cinco minutos que seja, para os olhos do outro e sossegar. A insegurança de ver os dias a passar, sem saber como será amanhã. E secar as lágrimas das saudades com a esperança de que um dia tudo passa, tudo se esquece, tudo se resolve. Os suspiros intermináveis, e o telemóvel ao lado, a horas mais ou menos marcadas. O sono impossível, a vulnerabilidade. Quando quase tudo se torna relativo. O meu medo de não corresponder aquilo que se espera de mim. Medo de repetir o que não gosto, ouvir o que não quero.
Na minha pose de miúda mimada. A dificuldade em aceitar a vida como ela se me apresenta, sem reagir. Duas horas e meia que nos separam. Mais de um mês depois. Até quando?

Deixar a poeira assentar

Custa!