domingo, junho 24, 2007

Expectativas

Detesto que me façam acreditar numa coisa que nunca vai acontecer, seja pelo motivo que for. Detesto que me deixem à espera. Detesto ser ignorada quando faço uma pergunta. Detesto deixar de ser crente nas coisas que me fazem bem!
Sobretudo, detesto sentir este vazio quando preciso de alguém!
I quit...

sábado, junho 23, 2007

Do filme...

...leve, divertido, simples. Com os primos. As graçolas mais para adultos do que para crianças. A sala repleta. Mais uma vez a minha filhota com aquele brilho no olhar. Uma emoção ao Sábado à tarde, portanto...

Já temos...

...bilhetes para hoje à tarde!

Do passeio...


...só conheci o relato hoje! Lembrava-se da visita que fizemos o ano passado ao Aquário. E dos peixinhos que estam na rua, aos quais se dá a comida que se tira de uma máquina de bolas. E da lula gigante. E do Nemo. E das focas (mãe e filha), que nadam e fazem habilidades, e um som estranho. E das outras focas expostas que morreram antes de nascer. E que a colecção pertence ao D. Carlos, que viveu muito depois do D. Dinis (aparentemente, os únicos 2 reis dos quais já ouviu falar)!

Depois o Museu da àgua, onde existia uma máquina gigante que os senhores puseram a trabalhar (esta já não conheço...)!

Vinha cansada e feliz...

sexta-feira, junho 22, 2007

Hoje...

...mais um dia de passeio para ela. Significa acordar algumas horas mais cedo, preparar-lhe o almoço, convencê-la a sair da cama. Levá-la à escola, e ver a excitação da criançada. Alguns impacientes, outros assustados, sempre a mesma sensação. Fico à espera que vá embora, já sem a angústia dos primeiros passeios. Com a certeza de que vai voltar cansada e feliz, com mais um dia repleto de aventuras!

Move over II

Infelizmente sou obrigada novamente a fechar a concha. Não por ter medo, mas para nos proteger. Não quero correr mais o risco de ser ofendida por quem devia estar calado. Aparentemente a medida de coacção de termo de identidade e residência não é suficiente. Mas disso trataremos, mais uma vez, em sede própria.
Obrigada a todos os que, apesar de tudo, continuam a acompanhar-nos...

quinta-feira, junho 21, 2007

Move over

Esta será muito provavelmente a última vez que me refiro a este assunto aqui, num sítio que é tão íntimo e tão meu. Onde nunca é minha intenção expor demais aquilo que não devo. Seria mais fácil apagar o comentário, ou ignorar que existia.
Sem me sentir na obrigação de me justificar, como digo tantas vezes, a minha verdade conheço-a bem, e a minha consciência deixa-me dormir bem todos os dias...
Outra via mais fácil era pegar no que me foi dito aqui no meu espaço e dissertar. Contar a minha história. Como a vivi. A relação que tive com as pessoas em causa. Longe de querer que assim seja, basta-me que as pessoas que me amam e estão ao meu lado saibam de tudo. Não pelos meus olhos, mas pelo que viram nos últimos anos. Pelo que foram obrigados a viver por minha causa. A minha vida não se trata de obter dos outros simpatia, ou pena. Nem sequer saber a percentagem de pessoas que está ou não do meu lado. Como disse sempre, todas as moedas têm duas faces!
Não me vou defender. Este espaço serve apenas para registar momentos, nunca realidades tão específicas. A minha defesa e da minha filha está feita e registada para memória futura desde o dia 6 de Junho. Será resolvida em sede própria. A nossa vida vai ser o que nós quisermos, e Deus nos permitir. Tudo o resto será pouco importante...

Nunca...

...na minha vida as opções foram tão claras. Talvez esteja numa idade em que me é permitido isso. Talvez, finalmente, tenha encontrado um rumo mais correcto, sem os caminhos tortuosos por onde andava nos últimos anos. Não sou de natureza ingrata, e estou longe de achar que agora tenho a vida perfeita. Mas revolta-me que a minha vida actual seja utilizada para me acusar de coisas que não sou. Melhor... estou tão habituada a insultos, que começam a ser indiferentes. Até me faz rir o ponto a que chega o ser humano.
Por isso fica o recado. Anos e anos de um sofrimento calado deram-me força para agora não me deixar abater por coisas que não me atingem. Deixei de querer ser eu a resolver tudo, e o crime que continua a ser cometido comigo diariamente será tratado no local próprio. Daí nem sequer me passar pela cabeça pagar com a mesma moeda. Fico sossegada no meu canto, a ser tão mais feliz, com a minha princesa. E deixo os outros escorregar...
Outro recado. Este blog é meu. Onde escrevo o que quero. Impulsionado pela minha filha, é certo. Porque a minha vida gira à volta dela, mas não deixa de ser meu. E eu não sou apenas mãe, felizmente continuo a ser mulher. Convido simpaticamente quem se sentir incomodado com esta realidade que faça o favor de fechar a porta.
E sim... estou apaixonada. E isso não faz de mim uma pessoa pior. Antes pelo contrário. Provavelmente arranjei uma desculpa para ser uma mãe mais presente. Hoje em dia tenho força para fazer coisas que nos últimos anos eram impensáveis. E sim, apetece-me escrever vezes sem conta da minha própria vida. E vou sempre continuar a fazê-lo.
Último recado. A diferença que nos separa. Apesar de tudo o que vivi, continuo a proteger a Helena da tua maldade. Continuo a dizer-lhe diariamente aquilo que acho que os sonhos dela precisam ouvir. Chegará o dia em que ela própria será capaz de fazer a sua própria avaliação. Apesar da tentação que tenho, sou suficientemente consciente para separar as águas. Oxalá um dia sejas capaz do mesmo...

Amanhã...

...passeio da escola! Significa preparar um almoço delicioso, levantar duas horas mais cedo do que o habitual, e ter uma criança estupidamente feliz! Tendo em conta que o ano lectivo se focou na temática do ambiente, o dia dela vai ser passado aqui, e no Museu da Água.

quarta-feira, junho 20, 2007

Perante...

...a realidade, o choque. Sem saber ao certo quanto tempo estive sem dizer nada, apenas a ouvir-te! Estavas estranho, falavas pausadamente. Vezes sem conta que tentei reagir sem conseguir. Com lágrimas gordas a cairem involuntariamente. Como que um sonho que desaba. Uma expectativa que perde o sentido. A minha conhecida incapacidade para aceitar de ânimo leve a realidade. Desligo, respiro fundo. Passa em minutos. Digo-te que me dói a curto prazo. Mas que o que for bom para ti, bom será para nós. É apenas mais um contratempo que nos adia, não que termine com a vontade que tenho de estar contigo.
De tudo o que nos acontece, ensinas-me a viver mais uma vez. Ou a tirar apenas o lado positivo das coisas. Havemos de estudar alternativas. É apenas e só uma questão de tempo. Como tudo... Procuro em ti a alegria que me falta. Encontro-te desapontado. Digo-te que preciso de força. Renascem as minha incertezas. Peço-te que não me magoes. Sinto-me exposta.
Fora da nossa rotina, a horas estranhas, fazes-me rir. Fazes-me falta. Com medo que um obstáculo nos faça perder o sentido das vontades. Medo de que as dificuldades nos façam seguir caminhos opostos. Preciso apenas e só de te perguntar vezes sem conta que tens a certeza de que vai correr tudo bem, sem me passar pala cabeça o que eventualmente significará correr mal!
Estranho que esta nossa distância súbita ou a falta de horizontes me faça sentir cada vez mais perto de ti!

Acabaram...

...os remorsos! Por algumas vezes ainda me passou pela cabeça resolver as coisas a bem. Apetecia-me evitar polícia e tribunais. Hoje, depois de ler o que li, já nada disso me preocupa. Porque percebi finalmente que os momentos de paz são efémeros, que basta accionar um factor "x", que quem conhece sabe tão bem qual é, e voltamos ao mesmo tom de ameaças! Por isso hoje sei que não vou deixar passar impune um crime que foi feito contra mim. Hoje sei que não vou retirar a queixa, nem vou ouvir mais argumentos. Hoje tenho a certeza que custe o que custar, não mais me vou sujeitar a isto...
Tenho pena...de ter passado anos e anos a pactuar com o que não devia. A fechar os olhos ao que não devia. Estranho só a ousadia. E a falta de sensatez. Mas isso já deixou há muito tempo de ser um problema meu!

terça-feira, junho 19, 2007

Às vezes...

...pareces um cachopo pequeno! Longe daquela sensatez e calma a que me habituaste. Dou por mim a ter que ser a pessoa adulta na nossa relação, quando sou membro honorário do clube da criançada.
Às vezes não entendes o meu esforço. Nem percebes que as discussões que nunca o foram realmente não se vão repetir. Embora eu própria também tenha as minhas fraquezas e inseguranças, que vou tentando a custo camuflar. Porque sei que o tempo tudo cura, tudo resolve. Porque sei que as decisões dependem exclusivamente de nós. Dou por mim a pedir-te desculpa pelo que não fiz. Não que tenha medo. Ou talvez sim.
Perplexa com o que ouvi de ti hoje! Claro que sei que o esforço é recíproco. Se assim não fosse, nada faria sentido! Vou-me habituando a viver com as tuas mudanças, sem ter para elas uma explicação concreta. Habituei-me à tua maneira peculiar de me dizer as coisas.
Hoje... apesar de tudo. Sem tristeza, sem nada. Caem-me duas ou três lágrimas. Ando chorona, é certo. Mas eu só queria que entendesses que muito do que digo são desabafos. Muitas vezes, pensamentos ditos em voz alta, que nada têm de ofensivo. Em nada são contra o que quero e acredito. Vais-me fazendo crescer devagar. Sem saber se quero. Sei só que não quero, por ti, deixar de ser espontânea, ou ser menos eu. E a ti, como hoje... de vez em quando cai o pano e vais revelando mais um ou outro ponto fraco.
Se estou contigo, é porque acredito...

A justiça...

...tarda, mas não falha! Finalmente alguém confirma a minha história de Braga! Finalmente alguém diz que já ouviu uma reportagem acerca do dito fenómeno na televisão...
Pois é... Eu - 3 Cunhado - 0
(EHEHEHEHEHE)!

segunda-feira, junho 18, 2007

18 de Junho

3 meses depois! Sem perspectivas, apenas expectativas baseadas nos sonhos. Longe do quotidiano, uma distância que se prolonga para lá do tempo e do espaço.
Olho para nós. Com a instabilidade de não saber como seremos. E a certeza mais que perfeita de saber que estou contigo. E o quanto isso me faz bem...

Desconfio...

... quando um dia que corre exageradamente bem. Sem motivo nenhum em especial.
(Esta coisa dos intintos é tramada...)!

Cobaia

Uma agulha espetada na cabeça, outra no pulso, mais uma na orelha!
(Como dizia o outro... estou na mesma)!

I wish...

Se pedirmos um desejo com muita, muita força, será que se realiza?
Respostas para amanhã ao fim do dia...

sábado, junho 16, 2007

sexta-feira, junho 15, 2007

Constatação de um facto...

...ao contrário do esperado, um dia, a minha sala não terá uma parede vermelha!

quinta-feira, junho 14, 2007

Primeira vez...

...em dias, talvez meses, uma alegria espontânea. Sabe-me bem saber-te assim! Não se pode cultivar o mau feitio para sempre, como dizes. Talvez desta vez se abram os novos horizontes. Talvez as mudanças recentes te tragam mais serenidade, e consequentemente nos ajudem a sublevar as coisas menos boas que temos vivido. Sempre ao bom estilo da classe, e a aproveitar a boa maré, lá vou tentando levar a água ao meu moinho. Um dia destes chegas e tens o meu projecto que ainda está só alinhavado, completo e documentado.
Sem me lembrar que provavelmente se dificultou o nosso fim-de-semana. Com o tempo, muitos outros virão. Vale pelo teu sorriso...

quarta-feira, junho 13, 2007

Para a posteridade...

Fiz arroz malandro. Muitos anos depois da primeira tentativa de fazer um arroz decente, bastou ler e seguir as instruções do pacote à risca...
Estou maravilhada...

Quando...

...a persistência é posta à prova. Não serei parte de uma fábrica de sonhos. Apenas de uma janela aberta de convicções. Posso estar errada, enganada. Posso magoar-me mais. Por dar mais um tiro no escuro. Mas no fim vai ficar a certeza. Tudo fiz, tudo joguei. Porque acredito!
Tenho saudades de cada cm nosso. Das horas de antologia. Das Segundas-Feiras de manhã. Do sentido de humor, do que me faz rir. Saudades da sangria de morangos, das conversas, do sol a bater-nos nos olhos. Das descidas que fazem os carros subir. Do ponto morto. Saudades da música da vida quando estou contigo. Do que me fazes ser. Saudades dos argumentos. De quem sou quando estou contigo...

terça-feira, junho 12, 2007

Still a little...

...hard to say what's going on!

Há cerca...

...de um ano perguntavam-me na entrevista do meu actual emprego como é que me imaginava um ano depois. A resposta não foi exactamente coincidente com a minha vida actual...

Difícil...

...dizer como me sinto nos últimos dias. Por entre o cansaço, a falta de uma noite de sono inteira, entre outras dores. A assumir que a pressão psicológica tem sido mais que muita, apesar da calma. As minhas fraquezas. Sei que preciso de ajuda.
Vem-me sempre à memória o dia em que tirei a carta de condução. Sim, eu guiava mal (esta afirmação vai dar azo a piadas fáceis por parte de quem sabe que eu continuo um verdadeiro perigo público). Sim, o meu pai pagou mais não sei quantas aulas. Terminei o exame que me correu para lá de mal. O engenheiro disse que me passava por generosidade (aquele tom irónico é inesquecível). Liguei para o meu pai a chorar desesperadamente, enquanto ele me perguntava incrédulo "se passaste porque é que estás a chorar?".
Não sei justificar. Quando posta perante uma situação de stress, lá vou aguentando à minha maneira. No fim desabo. Hoje desabei novamente! Sem saber exactamente o desfecho dos meus dias, hoje mais um. Com serenidade, e a dificuldade intrínseca em aceitar aquilo que não quero. E o medo de perder quem quero, medo de poder não estar novamente com quem quero. Pavor de não voltar a sentir-me como me senti um dia. Nunca me sinto suficientemente preparada para o futuro. Ou para o futuro que eventualmente não escolhi...