sexta-feira, setembro 21, 2007

Aviso desesperado...



Caso-me com o primeiro velho, barrigudo, careca, desdentado e rico que me leve a ouvir isto no dia 25!


quinta-feira, setembro 20, 2007

Estou cansada!

Depois da adrenalina da Auditoria, uma quebra que me distorcia o raciocínio! Uma nota (pouco) acima dos 90%, que me deixou mais feliz que os últimos 100. Sinal de que o esforço que fiz nos últimos dias em colmatar erros das minhas férias não foi em vão. Orgulho, pelo facto de um Auditor tão rigoroso elogiar o meu trabalho.
Estou cansada de tudo! A princesa aprendeu o "i" e demora duas horas a fazer os trabalhos de casa. Anda esgotada, também. É uma mudança para extremos. Na Pré brincava enquanto aprendia. Na Primária há mais rigor! Às 15h30 terminam as aulas, depois tem mais duas horas de actividades, e pelo menos mais uma de ATL. A esta hora cai na cama e o dia termina assim...
Vai sendo tempo de tomar uma decisão! Definitiva... Continuo a balançar. Nunca gostei muito de percorrer os caminhos fáceis, portanto existe uma forte probabilidade de contrariar algumas opiniões. Quando se tem de encontrar uma alternativa à vida, o que esperar, como agir? Estou tentada... Não sei como será viver com culpa, ou sem ela! Ou de maneira nenhuma!

So proud...

...a minha filha aprendeu hoje a sua primeira letra. O "i"!

Estranho...

...quando saímos do Shopping e o Segurança nos diz "bom dia"! Apetece responder: "são-4-da-manhã-estive-a-trabalhar-até-esta-hora-o-que-é-que-isso-tem-de-bom"?
Cereja no topo do bolo: amanhã levantar pela fresca e enfrentar o Auditor mauzão! As reflexões guardam-se para depois!

terça-feira, setembro 18, 2007

Já apanhei muitos sustos...


...provavelmente nenhum com a dimensão de o de hoje! O que fazer perante uma realidade destas? Como agir? Vou para ali pensar e deprimir...

segunda-feira, setembro 17, 2007

Primeiro dia...

...de escola! Pelo caminho vai-me dixendo que se sente envergonhada, por ser o primeiro dia. Hesita em sentar-se, em escolher um lugar. Quer mexer nos livros e nos cadernos montes de vezes, para mostrar aos colegas. Vejo-a nervosa. Sem aquele sorriso que a caracteriza estampado no rosto. Fico com ela alguns minutos. Suficientes para me sentir com remorsos de a deixar. Por entre beijos lambuzados e abraços intermináveis. Fica.
Regresso às 17h30. Quando me vê abre o sorriso, feliz por me ver! São muitas horas. Depois das actividades lectivas, 2 horas de expressão musical. Conta-me à pressa que fez umas fichas, e que brincou, e que se esqueceu do saco do lanche nos tempos livres, pelo que no intervalo da tarde não lanchou. Coisas de criança pequena...
Esteve sempre histérica em casa. A gritar e a correr de um lado para o outro. Difícil de sossegar. Aposto que amanhã. ao fim de 2 horas de Educação Física, a energia diminui...

domingo, setembro 16, 2007

Não me recordo...

...do meu primeiro dia de escola. Sei só que tive uma infância feliz e basta-me. Hoje, ao ver a minha filha ansiosa, ou nervosa, sinto-me pequena outra vez!
Os cadernos e livros estão cuidadosamente encapados, e colocados dentro da mochila. Já revi mil vezes os materiais requeridos pela professora. Dentro de cada material que cheira a novo, uma etiqueta personalizada, com direito a foto e tudo...
Amanhã sei que aquela mão suadinha não vai querer largar a minha. Não sei se a minha presença vai ser suficiente para a animar. Amanhã não sei se tomei a decisão correcta em deixá-la ir para a escola com apenas cinco anos. Amanhã não sei como vai ser...
Sei que tudo muda, tudo se transforma. Sei que a minha princesa vai dar mais um passo no crescimento fugaz. E que eu vou estar aqui, com o coração apertadinho...

segunda-feira, setembro 10, 2007

Coming back

Barcelona é ofuscada com uma novidade brusca. Com a calma de sempre, e estranhamanente, a mana diz-me para deixar a menina em casa do pai para eu poder descansar. Chego com a nostalgia da viagem. A viagem feita a mil. Chego a tempo de a vir partir. Não suficientemente a tempo de lhe segurar a mão ainda com vida. E dizer adeus.
Parte aquele orgulho e sorriso, que à vezes nos enchia a paciência. Parte uma mulher de fé, com uma crença inabalável na Nossa Senhora. Que olhava por ela, segundo dizia. Parte a "Velha", como ensinei a chamá-la. Na casa de quem havia fotografias nossas, que exibia orgulhosamente. Recentemente das três bistenas, que amava de coração. Com uma adoração especial pela Maria Helena, talvez or ser a primeira, ou por responder mais aos estimulos, por ser mais velha.
Parte mais um pouco de nós. Que talvez a levasse para o sitío que mais queria nos últimos anos. Um lugar ao lado do filho. Mas longe de nós. Longe do homem que agora fica sozinho. Cuja viva nunca saberemos como será.
Mais uma mágoa... eu devia mesmo ter chegado a tempo!

segunda-feira, setembro 03, 2007

Cyber Férias

Continuamos de férias... vim só dar uma espreitadela à net e tentar marcar um voo que à primeira vista parece embruxado. Será que o avião vai cair? Se assim for, ao menos que seja no regresso, como costumo dizer...
O tempo está óptimo. As miúdas estão a adorar, e nós também!
Mais novidades lá para 4ª Feira à noite...

sábado, setembro 01, 2007

Hoje...

...Algarve. Para a semana, algures bem longe daqui! E sabe tão bem...

terça-feira, agosto 28, 2007

Lembro-me...

...de poucos dias perfeitos. Já não me lembrava de me sentir desta maneira. Ontem, uma conversa que me deixa a rir às gargalhadas. Com palavras que se repetem a cada dois minutos. E um regresso doce ao passado. Hoje. As saudades que se atropelam. A vontade imensa de te dizer o que sinto, ou como me sinto. A reaprender a gostar de ti de uma maneira que me protege. E que me ponha à frente de tudo! Sei que nada vai ser como dantes, mas que ao mesmo tempo vamos reconstruindo devagar o que parecia à partida perdido. Meia dúzia de palavras das quais não me quero esquecer, que são tão doces, e que me parecem tão verdadeiras. A crença exacta de que falta muito pouco para uma realização de sonhos, ou de vontades, ou de verdades. Que não nos garantem nada. Mas são apenas e só nossas.
Depois outra verdade camuflada que quase me arrasa. Que deita por terra tudo aquilo em que acredito. Ou em que me fazes acreditar. Na certeza que entendes a minha transparência, e que também devias jogar limpo comigo. Fico reticente. E procuro apenas uma explicação válida que me tire de uma suposta inquietação!
Os últimos dois minutos de hoje contigo valeram por tudo. Os nossos silêncios, que te adivinho. A sinceridade que te sinto nos olhos que não me são permitidos ver. Aquilo que tens sido nos últimos meses, que não eras quando devias...
Fico na dúvida. Serei apenas inocente ou ingénua. Estarei a ser cruelmente manipulada por uma suposta verdade que se me apresenta à frente, e me deixa incrédula...

Queria no fundo que entendesses que apesar do que somos. Apesar de tudo, acredito deliciosamente em nós. Acredito que a crueldade humana não pode existir sempre. Acredito sobretudo em ti. Só te peço, mais uma vez, que me entendas os medos. E as angústias. Que não têm o intuito de te aborrecer, nem te afastar de mim. Só que, como te digo sempre, não te posso esconder quem sou nem o que sinto!
Só te peço que me ajudes a entender...

segunda-feira, agosto 27, 2007

Depois...

...de uns dias com o pai, mergulhos de piscina sem fim. Nestes primeiros dias em que realmente me sinto de férias. E bem! O jantar cedo, que denuncia a perda de energia ao longo da tarde. A tia a planear uma surpresa vai dizendo:
- Não é hoje, mas a tia vai encher uma piscina e vai lá por uma surpresa dentro.
A Helena, curiosa:
- Dá-me pistas, tia.
- São coisas que não são rectangulares, nem são pretas.
Comentário pronto:
- Ai tia... que pistas tão fraquinhas!

(Risos)!

Banhos...

...de piscina. E sestas. E calma...

domingo, agosto 26, 2007

Geocaching

Este fim-de-semana iniciei-me em mais um vício. Deu para rir até doer a barriga! Começámos a viagem pelas ruas do Juncal. À frente dos azulejos da "Poderosa", a contar cruzes e espadas. Onde aparecem os conterrâneos, e contam histórias da sobrinha, e do peixe fresco, e das cadeias de supermercados. Um GPS que nos leva para sítios estranhos. Com uma paisagem que nos desarma. Uma cache que não aparece, porque ninguém sabe fazer contas. Voltas e voltas pela vila, cada um a dar um palpite diferente. Duas vezes que vamos ter aos Bombeiros, sempre em busca de uma fábrica. Mas onde está a fábrica. Voltamos ao local inóspito, comigo a insistir que há um caminho pelo qual conseguimos levar o carro. Não disse que tipo de carro, pois não? Melhor se fosse um tractor. Ficamos atolados, empurramos. Lá se vai uma protecção qualquer da roda. E a cache não aparece. Depois do carro desmontado, as manas aventuram-se às escuras pelo monte. Houvesse um saco, e voltávamos com ele cheio de gambozinos...
Desistimos, e vamos rumo a Porto de Mós. Onde se nos apresenta o Castelo. Fabuloso. É a minha estreia. Toda a gente encontra esta cache. O cunhado, generoso, dá o falso alarme e deixa-me ser eu a chegar primeiro. Não passava de um garrafão de plástico esquecido. A mana, de GPS na mão, a dar passos sem nexo. Discretos, como mandam as regras. O Castelo tem um buraco, onde a outra mana mete a mão. Eis que aparece a bendita cache. Meia hora depois corremos para o carro. Depois do meu grito. Vemos o conteúdo. Deixamos um "T" e uma mensagem, com os respectivos nicks. PPM, Moa e CS. A CS sou eu. Riso a monte... Voltamos para o Juncal. Nada de novo. Qual semelhança com um episódio qualquer dos marretas, não será apenas uma mera coincidência.
Voltamos cansados, já tarde. Depois de rirmos até não poder mais...

sexta-feira, agosto 24, 2007

Terminou...

...a temporada em casa da D. Odete. Entre mil brincadeiras, passeios e alegria. Que não há meio de conseguir agradecer! Ao telefone diz-me que hoje foi o pior dia. Indignada, pergunto-lhe porquê. "Porque foi o último", responde-me entre um suspiro!

E eu feliz, por saber que a minha filha esteve, nestes últimos dias, tão bem entregue...

quinta-feira, agosto 23, 2007

Oficiosamente...

...precisava de me desculpar! De te dizer mais uma vez que foi uma atitude impensada, ou menos correcta, ou mais impulsiva. Daquelas que espero, ao abrigo da lei da amizade, que me entendas! Oficialmente precisava de te agradecer pelo que partilhaste comigo, que talvez não tenha sido capaz de valorizar em tempo útil. Agradecer-te por espontaneamente teres tido essa vontade, por teres falado da maneira que falaste. Noutra altura, o que sei agora, seria mais um passo. Hoje justifico-me com o dia péssimo que tive desde o início. Embora saiba que a justificação é pouco. Ou te pode fazer ter uma sensação de "déjà-vu" indesejável!
Com a crença profunda que a vida te há-de deixar concretizar este sonho! A certeza plena de que o que te faz a pessoa mais feliz do mundo acaba por implicar a minha própria felicidade. Porque gosto muito, muito. Gosto tanto de ti...
Podemos voltar aos nossos momentos de antologia?

16 horas depois...

...estou (finalmente) em casa!

quarta-feira, agosto 22, 2007

Há uns dias...

... que lhe observo meticolosamente os movimentos! Temos cá em casa umas prateleiras cheias de livros e enciclopédias. Longe de locais que mãozitas pequenas alcançam. Portanto há cumplices. Não sei da idade, ou se ando demasiado autoritária. Certo é que quando lhe faço uma pergunta, hesita em responder a verdade. O livro fora do sítio, assim comos os outros da restante colecção. E pergunto-lhe se os tem andado a ver. Responde-me que não. Olho-a nos olhos. Baixa o olhar e pergunta-me:
-Mãe, aquelas pessoas existem mesmo? São fotografias?
Claro que sim... e a minha filha anda a descobrir "As Raças Humanas"!

Just say yes...

Como nos filmes, às vezes devíamos dizer apenas o que nos vai no coração...

segunda-feira, agosto 20, 2007

Do crescimento...

É inevitável! Desde há uns meses para cá, por volta das 8 da noite, fazem-se juízos de valor face às notícias. Tornou-se um hábito ouvi-la falar do caso Maddie, ou das jornadas de futebol. Hoje a preocupação é a falta de água potável em África. Um must...

Eternamente tu...

Gostava de ter a capacidade de te sossegar o coração! Quando eu própria também acho que devemos associar as músicas a determinados estados de espírito. Quando para mim não faz sentido ficar quieta à espera que a vida se lembre de nós.
Ao mesmo tempo, a convicção de que a certa altura devemos conhecer os limites do nosso orgulho. E ter a certeza de que quem não nos quer não nos merece! Porque conseguir ultrapassar o teu "karma", será uma luta apenas tua...
Em tom de brincadeira, como na Rua Sésamo, quando era miúda. "Só tu podes decidir o que estás agora a sentir." Como digo sempre. Não posso evitar que caias. Posso estar sempre contigo para te ajudar a levantar...

Defining moments...

O episódio 3 da season 4 da mítica série (que tu agora também vês - oxalá aprendas tudo o que não sabes sobre os nossos segredos), explica a nossa conversa de Sexta-Feira!
Como, a determinado momento, definir uma relação que não o chega a ser, depois de outra! Como sobreviver no fim de nós. Como reagir. Será ou não possível cultivar uma amizade? Como se explica a continuação de um qualquer contacto. Como, aos olhos dos outros, explicar que continuas a fazer parte da minha vida, depois de tudo? Como explicar que existe uma fronteira ténue, ou um limite, entre o quanto posso, ou devo, envolver-me contigo!
Como te digo sempre, talvez não tenha mudado nada. Ou tudo. Falas comigo quando queres, falamos com outra leveza, ou outra disposição. Talvez os compromissos sejam assustadores a determinadas alturas da vida. Inegável que caminhávamos para um beco! Inegável que me sinto sempre mais perto de ti! Sem os medos do passado. A descontracção de conseguir não esperar nada de ti. Porque sei que mais que nada vai ser sempre o ideal!
Cheguei a pensar em nós de outra maneira. A saber que era impossível ultrapassar determinadas opções. Agora não sei que direcção tomamos, nem me importo. Dizes que damos passinhos pequenos. Sem conhecer exactamente o caminho, parece-me que agora estaremos a dar o tal passo de gigante de que falavas. Independentemente do objectivo, ou da meta. Sei que tenho um amigo para a vida e para tudo. E isso não tem preço, nem retorno, nem negação possível! Hoje, como li algures um dia, tenho a certeza. Não te amo... mas gosto muito de ti!

domingo, agosto 19, 2007

Pulseira avariada...

A caminho do cinema, mais um comentário fantástico. A Helena usa desde as férias da Páscoa uma pulseira daquelas brasileiras, trazida pelos tios da última viagem, à qual a tia deu uns nós, enquanto ela pedia os desejos!
Hoje saiu-se com esta:
- Mãe, a pulseira que a tia Isaura me deu está avariada! Já lhe pedi uma bicicleta nova, e ela ainda não ma deu...
(Será que se dá o caso de haver necessidade de ir ao Brasil trocá-la por uma nova???)

Faltam-me...

...exactamente 5 dias de trabalho para as tão desejadas férias! Uns dias no Algarve, com a mana e as meninas, outros que começaram por ser em Londres, mas que possivelmente irão ser noutro lado (se é que chegam realmente a ser, porque no que toca a "drama queens", nunca se sabe realmente o que esperar...)! A ideia é ir para uma ilha qualquer, onde a possibilidade de fuga seja menor (ainda mais para quem não sabe nadar...)!
Sem grandes expectativas, que a vida sabe melhor assim!

sábado, agosto 18, 2007

Ontem à noite...

...cinema à meia-noite. Hoje à noite, cinema à meia-noite. Amanhã à tarde...

CINEMA!
(não, não vou vender pipocas...)!
(Mudam os filmes e a companhia)!