domingo, outubro 28, 2007

Chegas...

... com poucas palavras. A acusar cansaço. Que se nota à distância de um olhar. Sem a euforia do costume. Com um fim-de-semana repleto. De amigos, alegria. Fora de casa. Como já não estás habituada!
Recebo-te da maneira de sempre! Calma, embora ansiosa! Puro egoísmo. Sei como és sem ser debaixo das minhas asas. Sei o que te custa uma divisão que nunca pediste. Tento sempre, porque sim, que tires o melhor partido de todas as situações.
Quando a vida te tira uma forma de seres feliz. Damos-lhe a volta! Porque um dia jurei a mim própria que nunca nada te vai poder faltar!

Arrepiante

sexta-feira, outubro 26, 2007

À cabeceira...





...as últimas aquisições! Sabe tão bem...

Desilusão

Passo horas, dias intermináveis à espera que determinado momento aconteça. Durante aquele compasso de espera que o confirma, segundos apenas, o coração pula, ou pára!
E fico estúpida. Digo o que não devo e não penso, e oiço o que não quero. Dou muito menos de mim do que devia. Critico uma atitude que também é a minha. Depois fico de rastos. Ou com remorsos. E tento, porque sim, remediar o que não tem remédio, de alguma maneira.
Um dia talvez consiga deixar de ser infantil, impulsiva. Talvez consiga não afastar os outros de mim. Até lá... oxalá que não seja demasiado tarde!

Primeira vez...

...em cerca de um mês, em casa do pai! Parece estranho, mas chego a desabituar-me da sua ausência. Hoje, quando cheguei a casa, a certeza de que faltava uma parte de mim...

terça-feira, outubro 23, 2007

Great, great news...



Um dia que começa bem. E assim termina! Boas notícias no trabalho, que me deixam eufórica. Mais um passo, uma vitória.
Depois um momento. Cinco minutos, só. Apenas isso! Muito pouco. Ou quase tudo!
E eu feliz...

segunda-feira, outubro 22, 2007

And can you still love me...

...When you can't see me anymore!

Nós duas...


Ultimamente estamos assim! Sozinhas. Mais ela do que eu. Para mim chega-me aquela alegria. Para ela, não lhe basto eu! E oxalá que quem de direito entenda e encaixe o recado...

...

Ando à procura de uma música que defina este momento, e não me ocorre nenhuma! Pior... passo a vida a tentar fazê-lo. Pego numa letra qualquer com significado, e oiço-a vezes sem conta. E entendo-me melhor. E tenho mais certezas.
Está difícil encontrar a tal música. Porque os tempos não se adivinham fáceis. Porque, nas minhas incertezas, sou obrigada a permanecer quieta. Calada. Contra a minha natureza.
Sei perfeitamente onde estou. Como quero estar. Com quem. Sei do que gosto. O que quero, quem amo. Sei tudo tão bem... mas falta-me música!

sábado, outubro 20, 2007

Presente de aniversário





Um fim-de-semana aqui! Longe de tudo! Com quem quero estar, quem sabe quando!

sexta-feira, outubro 19, 2007

Instinto

É como que animalesco! Sempre que uma cria é ameaçada, a mãe tem tendência para a reter sob seu controlo, e não a perder de vista por um segundo sequer. Têm sido poucas as referências às verdades da Helena. Não por assumirem menos importância, mas por achar que ela precisa de não viver tanto na realidade. Mantenho-a fechada na redoma de vidro. Conto-lhe as histórias rosa choque. Vivo os seus sonhos. Porque acho que actualmente a verdade é dura demais.
Nunca imaginei, a determinada altura, que assim pudesse ser. Nunca pensei viver na corda bamba. Asseguro que tudo tenho feito no que de mim depende para que nada do que acontece à sua volta se repercuta no seu crescimento. Naquele brilho de olhar! Naquela alegria. Mas tenho pena que assim seja. Tenho pena quando não podemos olhar todos na mesma direcção. Tendo em conta de que tudo o que faço é com sensatez, tenho a certeza que um dia ela vai perceber! Assim como tenho a certeza de que lhe custaram os primeiros dias. E que agora já é diferente. Se eu pudesse, mudava o mundo...

30 de Outubro...

Can't wait!

quarta-feira, outubro 17, 2007

Nobody knows...

... but me! Nowhere else in the world that I could ever be...

terça-feira, outubro 16, 2007

Do aniversário...

Sempre em momentos maus, a vida prega-nos mais uma partida. Ou revela-nos quem realmente nos ama e nos quer bem! Tinha dito, porque sim, que este ano não havia festas. Nem vontade. Queria estar sozinha, com o clã cá de casa. Jantar num sítio discreto, sem grandes alaridos. Queria não me levantar da cama. Chorar se fosse possível. Pensar nos 27 anos. No que me falta fazer. No que me falta viver. Como tem sido...
Sem saber porquê (ou com uma justificação óbvia), precisava de dormir. À noite resolvi reagir. Ir buscar forças onde não tinha. Lembro-me de pensar que merecia mais. De me levantar. E de contrariar-me a mim própria. De deixar a Helena em casa (agora percebo que foi estranho), sem uma única birra! Vamos fazer "caches", e pode ser que passe! Fomos a Alcobaça. Fizemos duas. Íamos à Nazaré fazer outra. A mana sai do carro em passo de corrida. Lembro-me de ouvir as doze badaladas da meia noite. De olhar em frente e ver duas garrafas de espumante. De ver alguém a correr em direcção á minha irmã, e voltar a fugir. Lembro-me de subitamente ouvir os berros de gente a aparecer dos claustros da igreja. Em frente à maternidade onde nasci. De ver os meus tios, e primos, e amigos, e todos. A cantarem-me Parabéns. E eu sem conseguir reagir. Estupefacta. Juro que me apeteceu chorar. Juro que me lembrei do meu pai. Juro que agradeci, em cada abraço sentido que dei, a Deus por me permitir sentir uma alegria assim.
Quando em 5 minutos me provaram por "A+B" que da vida não sei praticamente nada. E que sou crente quando penso que já nada me surpreende. Quando tenho a certeza que caí em monotonia, ou falta de alegria.
Rejuvenesceu-me. Fez-me cair em mim. E acreditar, subitamente, que a felicidade existe, e é tão simples, e está tanto ao nosso alcance...
  • "Não me lembro de o ter dito, há 27 anos. Mas sei que o disse. Muito indignada, virei-me para a minha madrinha : "Tia, outra garota".No fundo não sei se estaria triste ou se na inocência dos meus 4 anos acharia que seria melhor um menino, porque a "pressão social" assim o exigiria. Sei que nasceste tu. Cresceste rebelde, gozona, dona do teu nariz. Mudaste. Passaste a "mais bom feitio", sempre com piadas ditas na hora certa, feliz.Talvez hoje, 27 anos depois ainda não te sintas completa, totalmente feliz. Mas a vida é uma caminhada, uma busca, e a tua sei que será em breve tudo aquilo que desejas. Porque para nós este dia é especial porque festejamos o teu nascimento mas também porque existe. E estamos muito felizes que sejas "outra garota". Porque aprendemos a amar-nos não apenas pelo laço de sangue mas pelo amor e a amizade que nos une e nunca deixará que nada nem ninguém nos derrube. Como família, como irmãs, somos muito fortes. E este dia, os festejos são uma mínima prova disso. Estamos sempre aqui de braços abertos e ombros disponíveis para ti mas também de sorriso à espera das tuas graças, das tuas brincadeiras, das nossas risadas. Amamos-te muito. Tem um dia muito feliz e vive muitos anos. Felizes, muito felizes."
  • "Hoje foi o teu dia...
    Que continues a sorrir como hoje.
    Que nada nem ninguém te derrube e que a força que hoje mostras, se mantenha por toda a tua vida.
    Um beijo muito grande de parabéns.
    Para o ano cá estaremos outra vez para fazer mais umas cachings...
    E cantar os parabéns...até acordar todos os doentes...."
Um dia vou conseguir explicar a alguém o que é viver num "clã"... com carinho, amor, respeito, amizade, compreensão. Brigas e discussões qb. E uma cumplicidade que se nota de longe. Uma protecção mútua. Uma preocupação contínua. Como que uma dependência. Um elo. E sobretudo a certeza de que à hora certa, no momento certo, o "clã" existe, e sabe que estamos derrubados, e sobretudo. Sobretudo está lá para nos ajudar a levantar...

Fim-de-semana nas grutas...











...em imagens!

segunda-feira, outubro 15, 2007

27 anos...

...em alta! Considerações para mais tarde!

quinta-feira, outubro 11, 2007

Too close...

Terão passado dois anos, não me lembro ao certo! Lembro-me que estava a passar (mais) uma fase má. Lembro-me de estar a fazer dieta. À meia-noite certa comíamos um Big Mac ao som dos "Parabéns", com vista para o castelo.
É provavelmente uma das melhores recordações que tenho de aniversários. Com a devida analogia, era tudo o que eu precisava este ano...

domingo, outubro 07, 2007

Chego tarde...

...como sempre. E reclamas a minha atenção. A cada segundo. Com aquela mania de que qualquer parte do teu corpo tem que estar a tocar em mim.
Chego tarde e cansada. Num dia daqueles que nem devia de existir. Sem paciência, como sempre. Compreensiva, como nunca. Deixo-te jantar a ver desenhos animados, para compensar o que não sou durante o dia. Como se houvesse lei das compensações. Nota-se a tua ausência do dia. Quando as solicitações já não são suficientes. Queres falar com as tias, com toda a gente. Queres falar com o pai, que não atende, como sempre. Não dou importância. A vida continua. Temos vivido sempre as duas e isso não nos faz mal. Fortalece-nos...
Por fim, já cansada, não queres dormir. Inundas-me de beijinhos e repetes vezes sem conta que sou linda. Chamas-me "mamã", e sei que só o fazes quando sentes mais a minha falta! Pedes-me que te deixe ficar. Enroscamo-nos no sofá. Queres as mãos a fazer festinhas nas tuas. E como não fazias há anos adormeces, sem refilar, facilmente. E ao meu colo, como dantes.
E ainda há momentos assim...

Programa das festas

  • Visita às grutas
  • Passeio e pic-nic na serra

(Oxalá o tempo colabore...)!

sábado, outubro 06, 2007

À conversa...

...com a amiga de confidências, verdades nas quais nem sempre penso. À distância das teclas tudo se diz, sem medo. Tudo se assume! A vida ganha outras perspectivas. Sem ilusões falsas. Digo-lhe o que penso e o que sinto, sei quanto me entende. Porque já limpou as lágrimas, e ensinou-me a ser mais feliz com o que tenho, ou o que sou. Ensina-me todos os dias a valorizar-me, e a rir à gargalhada.
E sabe tão bem...