terça-feira, dezembro 04, 2007

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Socorro...

Acabou-se o sossego! Dei com a Helena aqui ao lado, sorrateiramente, a ler o que estou a escrever...

Da ressaca...

...da Auditoria. Cerca de duas semanas a trabalhar muito mais do que o limite humano permite. Não me lembro da última folga. A abertura de outra loja, com o indispensável apoio, faz reduzir o tempo dedicado ao meu próprio trabalho. Inevitáveis as horas extra. A Helena a reclamar a minha companhia. Saír de casa demasiado cedo, chegar muitas vezes ao início da madrugada.
Um 96%, que me deixa muito mais frustrada do que feliz. Quero sempre mais. Permiti-me voltar para casa muito mais cedo do que o habitual, e dormi a sesta.
E soube bem...

terça-feira, novembro 27, 2007

Da festa

Um dia que começou cedo, com dotes de culinária a serem testados. Doces, salgados, ir buscar o bolo que se atrasou meia hora em relação ao previsto. E uma festa que começou tarde. Cinco horas começam a chegar os primeiros amigos. Durante duas (longas) horas e meia, houve crianças a comer, a guinchar, a correr, a gritar e a desarrumar todo e qualquer objecto que se lhes aparecesse à frente. Era 14, pareciam 140.
Depois comigo já derrotada no sofá, foram ficando os resistentes, e a princesa com uma felicidade inconfundível. Dei graças aos santos pelo facto de o aniversário dela ser uma vez por ano. Caso contrário, dúvido que houvesse mais vontade de festejar desta maneira.
A reportagem fotográfica fica para outra ocasião...

domingo, novembro 25, 2007

I never loved someone...

...the way that i love you!

Tudo significa nada...

...se não te tiver comigo!

Meu riso...

...é tão feliz contigo!

Estarás orgulhoso de quem sou?...

Would you tell me I was wrong?

Would you help me understand?

Are you looking down upon me?

Are you proud of who I am?

There's nothing I wouldn't do

To have just one more chance

To look into your eyes

And see you looking back.

sábado, novembro 24, 2007

Burinhosa

Eu juro que queria contar, porque sou pior que os miúdos, e dificilmente consigo estar calada. E tenho uma novidade a fervilhar. Fresquinha e boa. Que me deixou incrédula e a sorrir por dentro. Feliz. Estática. Inexplicavelmente cheia. De vida. Com lágrimas de alegria.
É muita emoção para uma m******* só...

quarta-feira, novembro 21, 2007

Do aniversário...

Acordaste espontaneamente com uma alegria característica. Correste, e abraçaste-me. Ficaste assim por algum tempo, enquanto te desejava "Parabéns"! Foste para a escola a cantar. Voltei à tarde para te levar o bolo. E outro para o ATL. E sumos, e tudo. Vejo-te com aquele sorriso sincero, enquanto confidencias que querias fazer anos outra vez. Amanhã. Ou todos os dias. Vamos levar bolo ao avô e lembras-te das pessoas que amavas, e já não podes ver. A avó velha, o Cirilo, ou o avô, que nunca chegaste a conhecer. Perguntas-me porque morreram, se gostavas tanto deles. Explico-te que as pessoas de quem gostamos muito às vezes vão para longe, mas permanecem vivas. Fico sentida por te lembrares. Em casa faço o jantar que pedias há dias. Bacalhau com natas. A tia fez o bolo, com cobertura de chocolate e "smarties". Cantamos, sopras a vela, e pedes um desejo. Contas-me que pediste para seres feliz. Recebes telefonemas e adoras. A tia, a madrinha da mãe, a prima e os manos.
Fico desarmada. Os 6 anos trouxeram-te, subitamente, uma sensibilidade que não te conhecia. Que me faz ver-te com outros olhos. E fico assim, enquanto dormes. Com a nostalgia do costume, um orgulho imenso. A certeza de que não estou a falhar completamente. Adorei como te senti hoje. Adorei poder acompanhar-te de perto, quando o excesso de trabalho me tem feito permanecer tantas vezes ausente. Foi o teu dia perfeito. Aguardas pacientemente que chegue o dia da festa das Chiquititas que adoras, já no próximo Sábado. Com a família e os amigos. Todos os que te amam incondicionalmente. Podia, eventualmente, ter sido o meu dia perfeito. Mas esteve longe. Porque não me apetece estar triste, muito menos revoltada, guardo o sentimento para desabafos futuros...
Que Deus te permita viver tudo aquilo que te desejo...
Parabéns minha querida. Parabéns...

terça-feira, novembro 20, 2007

6 anos...

De aventuras, descobertas, sorrisos, ternura, felicidade!

6 anos da tua vida na minha. De doçura, entrega, cumplicidade.

6 anos de provas que o que sentimos é mais forte que tudo. E que vai durar para sempre!

6 anos da relação mais sólida que conheci, a que mais me preenche. E me deixa cheia de orgulho quando simplesmente te oiço chamar-me "mãe".

Amo-te mais...

Há 6 anos...

...já tinha dores. Muitas! E preparava-me para a maior aventura da minha vida!

Workaholic

Saí de casa pouco depois das 8 da manhã de ontem. Acabei de chegar a casa...

Not bad...

domingo, novembro 18, 2007

Fomos...

...ao futebol! Ver a selecção. Não terá exactamente sido um jogo brilhante. Valeu pela alegria da princesa! Cantámos o hino, fizemos ondas, gritámos golo, insultámos o árbitro (eu juro que foi versão "soft"). Enfim... houve tempo para tudo!

Muita gente, alegria q.b. Emoção. O Miguel Veloso, que joga que se farta (como eu gosto de o ver "jogar"...lol)! O Quaresma. Meus deuses... (aquilo sim, é bom futebol)! Um dia destes tenho que ensinar a cria a apreciar o desporto rei no seu todo...

Hoje...

...fiz uma amiga feliz! E gosto tanto...

sábado, novembro 17, 2007

Private joke...

Eu prometo solenemente perante o blogger e os demais leitores que no dia em que for "poderosa" vou continuar a gostar de ti...

Depois...

... de mais de 13 (treze) horas na loja, sem almoçar nem jantar nem coisa nenhuma. Chego a casa e já dorme. Não houve ginásio, nem trabalhos de casa, nem brincadeiras, nem mimos. Só eu cansada, e ela a dormir como um anjo...

Don't.. don't give up on trust

Don't give up on me.. on us

We could just hold on long enough

We can do it.. we'll get through it

sexta-feira, novembro 16, 2007

Because of you...

...i learned to play on the safe side, so i don't get hurt!

quinta-feira, novembro 15, 2007

Acorda...

...e diz-me inconsolável que não consegue sonhar com coisas boas!

E eu não posso fazer nada...

Cause to love you...

...means so much more!

terça-feira, novembro 13, 2007

Poder Paternal - Parte II

Eu sabia que ía ser assim! A ausência não me apanhou, como da primeira vez, de surpresa. Indignou-me o facto da notificação estar assinada. Procedimentos legais do costume, e nova resolução, que me deixa absolutamente tranquila. Como se costuma dizer, quem não deve, não teme...
No meio da turbulência do costume, algo que supera as minhas expectativas. Por entre a compreensão das manas, alguns comentários no blog, que me enchem de mimos. Não valorizo a amizade apenas nestes dias, mas não deixa de me comover. Um telefonema de alguém que passou por uma situação semelhante, mas agravada por outros factores. Alguém de quem conheço pouco, com o dom de me sossegar. A conversa valeu por horas. Eu não tenho maneira de agradecer o gesto, ou o carinho. Sei o bem que me fez. O que me encheu de esperança, e de força para enfrentar a realidade. Mais à noite, a amiga de sempre, e a chefe que facilmente se converteu em amiga de confidências.
Eu tento... juro que sim... todos os dias sentir-me forte para não vos desiludir. Há momentos em que me dão a mão, dos quais a minha vida inteira não é suficiente para agradecer...

So if i love you...

...a little more than i should...

segunda-feira, novembro 12, 2007

Sei que não sei...

... às vezes entender o teu olhar! Mas quero-te bem...

Poder Paternal

Amanhã seria eventualmente a segunda conferência de pais. Digo eventualmente, porque na teoria será a primeira, tendo em conta que o saudoso e dedicado pai faltou. E o meu dedo que adivinha já me disse que há fortes probabilidades de repetir a graça. Por mais que disfarce, ou por mais que tente não manter altas as expectativas, sei que me desilude. Não por mim, pessoalmente, que felizmente sei o que fazer em minha defesa. Sobretudo pela Helena. Porque tive que lhe explicar que subitamente o pai desapareceu, e não atende o telefone, e não mostra interesse em estar com ela. Talvez seja mais difícil para mim, visto que desde que tivemos uma conversa mais franca, ela nunca mais me questionou, nem mostrou interesse. Fico de consciência tranquila. Tenho provas das chamadas que faço, e das mensagens que mando, ocasionalmente. Tenho provas físicas de que os interesses dela foram negligenciados. Perturba-me, sobretudo, porque sou obrigada a tomar uma responsabilidade que não é só minha. Revolta-me que a justiça seja incapaz de actuar. Entristece-me que a minha filha seja obrigada a não conviver com o pai, porque ele assim decidiu. O mesmo pai que espalha aos sete ventos que morre de saudades da menina...
Revolta-me pelos homens que, em situações idênticas, se vêm privados da companhia dos filhos, por capricho das mães. Revolta-me que ela seja utilizada como vingança pessoal pelas escolhas que fiz, ou pelos laços que quebrei. Quando eu não sou exactamente prejudicada. Revolta-me por sentir que a minha filha merecia mais. Mais amor, mais carinho, mais companheirismo! Merecia um pai digno do nome. Como eu tive. Como existem milhares de pessoas que gostavam de o ser. Olho para a carinha dela e não entendo... como é que é possível? Porquê?

Amanhã vou precisar do dobro das forças para não reagir mal...