terça-feira, fevereiro 19, 2008

Manhas...

...ou talvez não! Queixas de dor de cabeça, durante 3 dias seguidos. Hoje foi dia de ficar em casa. Ligo à hora do almoço, atende a mana. Qualquer coisa do género "está tão doente... ainda não parou de pular e de gritar"!
À noite, carradas de mimo. E eu sem perceber se dói ou não...

Can't hide anymore...

domingo, fevereiro 17, 2008

Aos...

... 27 ainda é possível! Sair num dia de semana, com meia dúzia de amigos. Jantar bem, e tarde. Dançar. Terminar a noite com dois cafés. Chegar a casa quando o pão já está pendurado à porta e o vizinho se prepara para trabalhar.
Uma hora depois levantar, tratar da miúda, e trabalhar.
No fim, o balanço: uma dor de cabeça o dia inteiro, dezenas de fotografias impróprias e a sensação estranha de que, apesar de tudo, devia ser-me permitido fazê-lo mais vezes!
(Afinal as noites também são interessantes)!
(Para o ano, vamos concerteza comemorar de outra forma)!

Há uns tempos...

...disse-o. Que tinha deixado de me sentir à vontade neste canto. Quando deixou de ser tão privado, e passou a ser mais visitado por conhecidos. Não que o quisesse anónimo. Mas a dualidade explícita. Sempre que escrevia algo mais pessoal, chuviam reacções. Às vezes precisei de me esconder. Ser mais contida. Não dizer exactamente o que precisava. Para evitar perguntas mais incómodas. Ou que aquilo que fazia não fosse utilizado contra mim.
Tem sido difícil ter a percepção do que será mais correcto. Um dia destes hei-de encontrar esse equilíbrio. Por enquanto outras memórias são forçadas e ficar mais ocultas...

Sábado, ao almoço...

...num dos cem telefonemas diários:

- Mãe, posso comer pizza?
- Podes, mas há pouca pizza.
- Eu como duas fatias.
- Como é que comes duas, se só há uma?
- Parto-a a meio (com aquela voz de quem falta apenas acrescentar um "dahhhhhhhhhh")!

(Tenho que repensar o conceito de divisão...)!

Do espírito de aventura

Às vezes dá-me para isto, mas passa depressa. Proporciona-se no fim-de-semana ter 3 princsas em casa. A Helena, a prima e a amiga do coração. O sentimento de ter 3. Imaginar como seria. 3 a jantar. 3 para adormecer. 3 a gritar, e aos pulos. 3 banhos, 3 para vestir. 3 para pentear. 3 personalidades difentes.
Apercebi-me que deve haver vezes em que é mais fácil ter 3. Apenas um absorve-nos o tempo. Não nos dá tanto espaço. É meramente uma questão (de) prática!
Não que me sinta exactamente entuasiasmada! Vale a experiência. Vale pelo soninho doce da Mariana. E aquela respiração leve. O sorriso perfeito. Vale pelas gargalhadas da minha filha, por ter companhia para dormir. Vale por um fim de Domingo cansado. E pela vontade de repetir... não tão depressa!

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Da pré adolescência

Isto é o que se ouve cá em casa nos últimos dias! Com coreografia incluida!!!

sábado, fevereiro 09, 2008

A vida...

...a mil! A miúda a mil! Mais à frente que eu. Nestes dias tenho pensado demais. Nela, em mim, em tudo. Ela suga-me a energia que me resta. Pouca. Outros problemas vão-se acentuando. O trabalho é em excesso, e é refúgio. Às vezes não me apetece. Outras vezes sei que é o único espaço onde estou protegida. Onde (quase) nada me afecta!
A vida a passar. Mil projectos. Umas férias, daqui a um mês. Nós duas. Poucos dias. Tantas ideias. As descobertas que tenho feito com as pessoas que me rodeiam. Ando irrequieta. Ansiosa. A precisar de respostas.
Não entendo. Precisava de três ou quatro justificações para o que me tem acontecido. Precisava de me surpreender...
Um ano de quase liberdade. Um dos mais emocionantes dos últimos tempos. O tal que repetia, por tudo. Estou mais forte, mais convicta. Sinto mais. Tenho saudades. A música é a mesma. Toca devagar. Eu canto baixinho. E continuo a pensar. Depois de tudo. Ainda há tanta coisa para acontecer...

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Sem razão...

Era a única coisa que precisava de saber. R u?

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Fix me...

"And the tears come streaming down your face

When you lose something you can't replace

When you love someone but it goes to waste

Could it be worse? "

terça-feira, janeiro 29, 2008

Infelizmente...

Vi-me obrigada a retirar o post anterior. A intenção deste blog não é insultar quem o visita. Ou quem quer que seja...
Peço desculpas pelo incómodo, mas a partir de hoje não há comentários de utilizadores anónimos...
Agradeço portanto a quem quiser insultar que o faça. Mas com classe (ou seja, identifique-se...)!

domingo, janeiro 27, 2008

Mera sugestão...

Dar 9 pontos aos lagartos, em vez de apenas 3! Sabe-se lá se íam começar a dar luta...

Uma semana antes...

Fiz uma criança feliz! Este Carnaval, temos palhaço... ou melhor, palhaça!

Tenho...

...uma coisa para te dizer! Ou uma pergunta para fazer. Um pedido...

Podes ouvir?

Queria...

...voltar sozinha a Barcelona. Por tudo o que não vi. Como que se a cidade se desenhasse na minha cabeça. E tivesse determinados lugares para encontrar. Queria sentar-me em frente daqueles Miró's. Sentir-lhes as cores. Ficar só a olhar. Parada no tempo. Queria percorrer o jardim, com o qual às vezes ainda sonho. O jardim que não vi. Queria percorrer os corredores móveis, repletos de peixes. Queria só passear na praça. Ver o movimento. E percorrer dezenas de kms naqueles autocarros. Só ficar a ver as varandas. Uma casa como um sonho. Que me fez tremer, só de passagem. Queria sentir Barcelona, vista de cima. Voltar... e ver Barcelona com outros olhos, que não aqueles...
Vai demorar para voltar. Na cabeça uma série de lugares que pretendo visitar primeiro. Não que sejam mais apelativos. Só porque me afastei daquela cidade, viva...! Este ano, nos planos próximos, umas férias para me "evadir". Para me encontrar.
Any bright ideas?

A dreamer dreams she never dies...

But you and I, we live and die

The world's still spinning around

We don't know why

Why why why why?...

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Dos pesadelos...

Desta vez meus, não dela!
Agora que estou mais serena. Que há um assunto que estranhamente deixou de me perturbar. Que já não me faz chorar em cascata, mas sim sentir saudades boas. Agora que dói menos. Que me dá vontade só de falar, falar, falar... ou manter a saudável relação dos últimos tempos. Agora que tudo é mais incerto, mas menos perturbador...
Agora chegava de sonhos maus. Que me deixam arrepiada ao acordar. E com um nó por dentro...

terça-feira, janeiro 22, 2008

Vício recente...

O.C.!

Primeiro estranha-se, depois entranha-se! Segunda série, alguém tem?

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Há cerca de 9 anos...

...tive uma daquelas paixões arrebatadoras. Quase ninguém soube, apesar de ter durado meses! Saímos juntos muitas vezes, a horas estranhas. Quase sempre durante a tarde. Era tudo meio misterioso. Era uma pessoa da qual sabia muito pouco, apesar de falarmos horas e horas. Apontava-me defeitos, corrigia-me, desaparecia vezes sem conta. Disse-me uma vez que em tempos tinha gostado a sério de alguém, que não tinha corrido bem, que não voltaria a fazê-lo.
Numa noite de farra, já de madrugada, liguei-lhe e disse tudo o que precisava. A partir desse dia desapareceu de facto da minha vida. Nunca mais, a não ser por motivos óbvios, teve qualquer importância.
Hoje lembrei-me dele. Lembrei-me, por mera antítese, do distanciamento desses tempos. E sei. Ou soube. Está tudo tão claro...

sexta-feira, janeiro 18, 2008

15 horas depois...

...de volta! A trabalhar o tempo passa a correr. A Helena sente mais a minha falta. Mas há metas para atingir, que implicam alguns sacrifícios.
Novidades da semana:
- Já tive uma "visita" cá em casa;
- A Helena voltou à natação (que significou, nesse dia, adormecer às 20h15);
- Apesar do que aconteceu. Apesar de pensar nisso muitas vezes. Deixou de doer.
- Portanto, e infelizmente para alguns (ou um em particular), os meus problemas pessoais não interferem em nada;
- Vou, infelizmente, ter que voltar a utilizar o (único) método que a pessoa em causa conhece;
- Sandra, não te agradeci os miminhos. Pipa... já não tenho "tromba" para te agradecer. Ana, há uma série de coisas que precisava de te dizer. Andei a ler o teu blog por alto, e à procura de um endereço de mail. Hei-de voltar com mais calma. Rute: as arrumações foram só no nosso quarto (meu e da princesa). E mesmo assim já foi uma trabalheira...
Tenho dito!

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Vai haver...

...alguém que me faça entender como se esquece!
Como se apaga tudo o que se considera ter sido uma parte significante da nossa vida? Como se ultrapassa uma fase? Como se sobrevive a uma desilusão?

Eu volto à minha sensação de "dejá-vù"! Sem me arrepender, não entendo!

Achei que não ía chorar. Achei, naquele primeiro impacto, que não ía custar assim tanto. Agora vejo que nada faz sentido, e que não sei estar de outra forma.
How strong?
Hoje pediste-me a coisa mais absurda que alguém alguma vez podia pedir...

Da remodelação do quarto

Os brinquedos em caixas, divididos por temas. Os livros e os jogos alinhados nas prateleiras. Os dvd's noutras.
Desde que tem o quarto verdadeiramente arrumado, parece não saber brincar nele!
(Andei 6 anos a educar uma criança no caos...)!

Um livro...

...um filme, e descanso!

Cansada...

De invasões que não quero. Que ficam gravadas no meu pc para memória futura. Cansada que investiguem a minha vida em motores de busca. Que o façam com o meu nome. Que procurem renascer os fantasmas onde não existem. Em nome de uma felicidade que se apregoa e não se tem! Cansada que me sintam como uma ameaça, quando me limito a estar. Aqui. Sozinha...
Eu só queria viver sossegada. Sem me sentir assim, presa. A um passado que não quero repetir. Sem me sentir vigiada. Como se cada frase que dissesse merecesse ser lida nas entrelinhas, ou traduzida. Como se cada episódio da minha vida tivesse que ser meticulosamente estudado, para ter a certeza de que não mexe com as vidas dos outros.
Sempre fui transparente. Tive os meus momentos. Já gostei desesperadamente. Já acreditei numa realidade impossível. Já chorei (quase) tudo o que havia para chorar! Hoje estou mais calma. Já não acredito nos sonhos. Acredito sim, sem forçar, que recebemos sempre aquilo que para nós está guardado. Que temos a nossa vontade própria, que fazemos escolhas que nos influenciam os dias. Mas que não seremos capaz de lutar contra determinadas realidades. Que por mais que seja um desejo nosso, nem sempre tudo o que queremos está ao nosso alcance. Sobretudo, que amar muito não justifica tudo. Nem desculpa tudo. Que é preciso ter noção de que existe uma linha muito ténue entre o amor que temos pelos outros e o nosso amor próprio! Que nunca vamos ser capazes de manter connosco alguém que tem asas para voar, mesmo que seja essa a nossa ilusão!
Sou muito transparente, mas não serei exactamente idiota. E se há coisas que não gosto é que subestimem a minha inteligência...