
quarta-feira, abril 02, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
Great news
Trabalho, e lá para Julho, Ana Carolina ao vivo! Desta vez não fico à espera do convite, e o bilhete está (quase) comprado. Me and myself... e a minha música!
Das férias
Fizeram-me bem! Sinto-me mais feliz, descansei do stress (porque falar da parte física é outra história)! Foram umas férias activas. Acordar cedo, aproveitar o tempo, e deitar cedo também. Calor, vida excelente. Duas novas manias: beber café, e comer menos carne (o peixe e o marisco são companhias mais agradáveis)!
Amanhã regresso...
sexta-feira, março 28, 2008
O amor em tempos de Cólera
(E eu ainda suspiro, e arrepio-me de cada vez que oiço estas músicas, e penso na profundeza leve do amor. Deste amor. De outros amores. Do que dói, do que demora. Mas do que nos trás, e nos preenche, e nos faz sentir. Do que em sua função abdicamos, do que vivemos, do que somos, ou passamos a ser.
Segue-se o livro. E uma vontade imensa de continuar a acreditar)!
Albufeira revisited
Quatro dias, que pareciam à partida pouco tempo. Horas de invasão. Os dias dedicados à princesa, e a mim própria. A companhia excelente. Recordações eternas. Dos dias, das tardes, e das noites. Dos anos de vida que ganhei! Das garagalhadas, as conversas. A calma, ou a agitação. Sangria. Branca, tinta, ou de champanhe. Do sol nas esplanadas. O déjà-vu dos lugares, o pleno de memórias doces. As histórias partilhadas. O que disse, o que ouvi...
Albufeira de cores. Onde todas as mesas têm o número 3, e o sr. Luís nos recebe com um sorriso, equanto serve a "bravíssimo", sem frango, mas com pêssego, ou ananás. Onde o ritmo dos dias é marcado apenas pela vontade. E se vêm filmes de vida. Que explicam as vidas. E explicam a minha vontade imensa de continuar a viver as emoções que nos comandam.
Albufeira, em quatro dias, ensinou-me tantas coisas! Sobretudo que é importante continuar. Mesmo quando não apetece.
Albufeira cheira às gargalhadas da minha filha. Ao entusiasmo das manhãs, e ao cansaço do fim das noites. Quando dois minutos apenas eram suficientes para adormecer. E aquele brilho. O brilho inconfundível do olhar. De quem, durante quatro dias, foi um bocadinho mais feliz!
domingo, março 23, 2008
sábado, março 22, 2008
Sometimes
Longe da vida perfeita dos outros que nunca encontro. Com as estruturas abaladas. Às vezes sinto-me assim. E apetece-me chorar. E não há memória que me devolva o sorriso. E hoje apetece-me estar magoada...
quarta-feira, março 19, 2008
Da Avaliação
2º Período
A avaliação do Estudo do Meio, que não é traduzida em fichas, Satisfaz. A Língua Portuguesa e Matemática, Satisfaz Muito Bem. As contas perfeitas, (poucos) erros em meia dúzia de palavras. Continua muito meiga, sociável e educada. É boa aluna. Como não poderia deixar de ser, gosta pouco de estar sentada no mesmo sítio, e tem uma tendência forte para ser "matraca".
(A transcrição integral para a posteridade fica para outras núpcias)!
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Coisas Dela
Primeiro amor...
Hoje percebi finalmente a expressão popular que diz que "não há amor como o primeiro".
Tenho um DVD portátil novo e não gosto. Ponto.
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Coisas minhas
Encaixe e refutação
Ao contrário do que parece à primeira vista, tenho muito em conta tudo o que me é dito pelo cunhado Pedro, "meio a sério, meio a brincar"!
Depois de hoje, e pelas regras das técnicas de vendas. Eu não gosto exactamente de sofrer. Tenho é, para além de memória selectiva, vontade de manter perto de mim as pessoas que me fizeram (ou fazem) imensamente feliz...
Amiga...
Nem todos os dias são pintados de cor, nem têm a música que gostavamos de ouvir, ou até dançar! Nem sempre a vida nos dá no imediato aquilo com que sonhamos tanto, ou trabalhamos tanto, para conseguir ter.
Em nome das horas que passámos. Das noites tontas, das crises de vesícula, da vodca em quantidades industriais. Em nome das (poucas) aulas a que fomos, dos trabalhos que fizemos em conjunto. Da cumplicidade que partilhamos. Em nome das conversas que temos praticamente todos os dias, mesmo quando fazemos passar "demasiada informação". Em nome de tudo... as tuas preocupações são também minhas, e gostava de encontrar uma forma mais doce de te dar força, e mimos. De fazer por ti tudo o que tens feito...
Volta depressa, que eu preciso da minha palhacita de volta. Volta, porque a nossa relação precisa de alguém sensato, "if you know what i mean..."!
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Coisas da Pipa
Aos meus avós...
Os que conheço e amo desde sempre. Porque o dia também é deles. Porque também são pais.
Ao meu avô António, repleto de descrição e altivez. O homem grande, como o seu talento, e rigor, e carinho. De uma justiça extrema, e um coração enorme. Que nos enchia os bolsos de doces, meticulosamente guardados no armário, mesmo na sala onde se ouvia aquele som do relógio que ainda hoje me arrepia. O avô da casa onde o soalho rangia, e o sotão revelava segredos. O avô da oficina improvisada, de onde nasciam objectos da sua arte. O avô do filme antigo que moldava o vidro com a sabedoria destreza que só ele tinha!
Ao meu avô Virgílio, com quem tenho a sorte de partilhar a vida. Que me sentava ao seu colo na meninice, e me dava as moedas que eu escolhia. O avô que nos olha com aquele olhar cheio de brilho, e nos diz que mais uma vez vamos ter uma menina. Conta orgulhosamente cinco netas, 3 bisnetas, e com a quarta a caminho. O avô respeitado em todo o lado, que toda a gente da freguesia conhece e admira. O avô forte, com o sorriso sincero, e o rosto marcado por tudo aquilo que não merecia ter vivido. O avô meigo, e preocupado, que nos liga quando estranha a nossa ausência. E que nos valoriza sempre.
...obrigada!
Sei que te vejo...
...todos os dias, quando me olho ao espelho. Ou fixo uma fotografia tua, com medo que a tua imagem se dissipe, ao longo dos anos, na minha memória. Teu, para além dos traços marcados, guardo uma vida inteira de recordações. A educação rigorosa, as regras. O amor, o carinho. O gosto pela vida, pelos amigos, pela família e pelas relações em geral. Guardo as palavras que nunca te disse, ou os poemas que por ti ficaram por escrever. Quando comecei, finalmente, a elevar as saudades em função da dor que sinto por não ter comigo. Que nunca atenuou. Aprendo aos poucos a sossegar o coração. Rio a cada vitória nossa, que gosto de partilhar contigo. E tenho a certeza. Que nos olhas, e nos proteges, e nos amas, e tens orgulho. E isso faz-me feliz. Por ter a certeza que tive e tenho o melhor pai do mundo...
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