quinta-feira, abril 17, 2008

So proud - II

Por mais que a tentem influenciar de todas as maneiras, a minha sobrinha mais velha canta espontaneamente:
- Pinto da Costa, olé. Pinto da Costa, olé!
(Está provado que eu, o pai dela e os avós paternos estamos a fazer um excelente trabalho)!
(Não consegui converter a minha própria filha, que é mais verde que os lagartos, mas a Mariana vai no bom caminho)!

quarta-feira, abril 16, 2008

So proud

Hoje saí a correr da loja, e fui ver a minha menina! A quarta-feira é dia de natação, e lá estava ela. A nadar como os peixinhos, com os olhos à procura dos meus. Ao fim de algum tempo lá me descobriu, e passou o resto da aula a dizer-me adeus.
Gostei tanto, tanto...

terça-feira, abril 15, 2008

Waiting ring

No one can get in the way of what i feel for you...

segunda-feira, abril 14, 2008

Lei de Murphy

A semana não começou exactamente de uma forma brilhante. E eu, paciência... mas sou mesmo inconformada!
Detesto realidades que, por mais que tente, não consigo modificar!

quinta-feira, abril 10, 2008

A partir de hoje...

Sou proprietária de um pinhal! E não é um pinhal qualquer, ok?

segunda-feira, abril 07, 2008

Contradiction

...

New year's resolution

Preocupar-me menos com as coisas que realmente me magoam! E deixar a vida fluir, sem estar constantemente a pensar: "what if"...

domingo, abril 06, 2008

No Dvd


Magic



A noite foi péssima, depois daquela conversa ao acaso. Depois da surpresa, o meu cepticismo face ao que me disseste! Eu, sempre a montar teorias, enquanto dava voltas intermináveis na cama. Seguramente, acordei mais de 10 vezes. Olhei para o relógio outras tantas. Custou-me horrores. O tempo que nunca passava. Depois, os 15 minutos mais longos dos últimos tempos!
Não é fácil descrever em palavras o que sinto, ou o que pretendo guardar daquele dia! Tenho-me transformado aos poucos. Não sou sequer tão naif! Era importante que retivesses o facto de que o que sou agora, ou como sou, é apenas um reflexo do passado! Calma, cautelosa. Continuo a pensar vezes sem conta. E a conclusão é sempre a mesma. Mesmo que não seja entendida pelos outros de uma forma positiva...
Retenho aquela imagem. Encolhida. Tipo menina pequena. Fecho os olhos, e oiço-te a murmurar. Era bom que a realidade fosse simples, assim. Precisamos de tempo, que às vezes não temos. Precisas de aprender a conhecer-me. Sei mais de ti do que aquilo que queria. Eu aprendi a sublevar aquilo que não quero, e a transformar em doces, as verdades menos boas. Ensinas-me, sem querer, a ouvir. Deixas-me fazer perguntas. Dizes sem falso pudor o que talvez não goste de ouvir. E enganas-te tanto...
Tens razão, em meia dúzia de frases. O meu defeito, desde sempre, a esteriotipar as pessoas. Embora não custe, como pensava. Hoje, ou em qualquer outro dia, era capaz de me afastar de ti, se assim fizesse sentido. Não de animo leve. Também sinto, e gosto, e quero. Deixas para mim as decisões quando sabes o que sou incapaz de negar.
Estou expectante e feliz! Sei o que custa. Sinto-o todos os dias. Só não há nada que não encare com um sorriso...

sábado, abril 05, 2008

Sol

O sol lembra-me as nossas tardes de conversas, os desabafos feitos, as futilidades. E os valores que me obrigaste a re-avaliar! O sol lembra-me o teu riso, a felicidade a que te obrigas todos os dias. O quanto me fizeste sentir bem, e me mostraste os dias de outra forma!

O sol lembra-me a tua espontaniedade, e o gosto pelo imprevisível. Precisava da tua luz, do teu calor. Do que soubeste ouvir-me, do que me entendeste. Do que pude, talvez pela primeira vez, dizer-te honestamente.

Quero tanto, tanto que te corra tudo bem. E que algures, o que sabemos e queremos possa, finalmente acontecer...

(O verdadeiro sentido dos filmes que vimos permanece inquestionavelmente na minha vida, todos os dias...)!

quarta-feira, abril 02, 2008

Aos poucos...

A minha vida começa a ganhar sentido. Ou outro sentido! Em dois dias, excelentes novidades a quase todos os níveis. O trabalho a dar resultados, um desafio novo. Alguma paz, ainda que contida!
Dou por mim a meditar sobre o único assunto que ainda me preocupa, e me tira algumas horas de sono. A presença ausente. A incerteza dos dias. E a vontade que permanece. Esta semana descobri o que me perturba. O que me faz balançar. O que balança as crenças. E não sei...

Ponte de Lima em imagens






















terça-feira, abril 01, 2008

Great news

Trabalho, e lá para Julho, Ana Carolina ao vivo! Desta vez não fico à espera do convite, e o bilhete está (quase) comprado. Me and myself... e a minha música!

Das férias

Fizeram-me bem! Sinto-me mais feliz, descansei do stress (porque falar da parte física é outra história)! Foram umas férias activas. Acordar cedo, aproveitar o tempo, e deitar cedo também. Calor, vida excelente. Duas novas manias: beber café, e comer menos carne (o peixe e o marisco são companhias mais agradáveis)!
Amanhã regresso...

sexta-feira, março 28, 2008

Amanhã...

Ponte de Lima, para terminar as férias!

(Voltamos no Domingo, já tarde...)!

O amor em tempos de Cólera




(E eu ainda suspiro, e arrepio-me de cada vez que oiço estas músicas, e penso na profundeza leve do amor. Deste amor. De outros amores. Do que dói, do que demora. Mas do que nos trás, e nos preenche, e nos faz sentir. Do que em sua função abdicamos, do que vivemos, do que somos, ou passamos a ser.

Segue-se o livro. E uma vontade imensa de continuar a acreditar)!

Albufeira revisited

Quatro dias, que pareciam à partida pouco tempo. Horas de invasão. Os dias dedicados à princesa, e a mim própria. A companhia excelente. Recordações eternas. Dos dias, das tardes, e das noites. Dos anos de vida que ganhei! Das garagalhadas, as conversas. A calma, ou a agitação. Sangria. Branca, tinta, ou de champanhe. Do sol nas esplanadas. O déjà-vu dos lugares, o pleno de memórias doces. As histórias partilhadas. O que disse, o que ouvi...
Albufeira de cores. Onde todas as mesas têm o número 3, e o sr. Luís nos recebe com um sorriso, equanto serve a "bravíssimo", sem frango, mas com pêssego, ou ananás. Onde o ritmo dos dias é marcado apenas pela vontade. E se vêm filmes de vida. Que explicam as vidas. E explicam a minha vontade imensa de continuar a viver as emoções que nos comandam.
Albufeira, em quatro dias, ensinou-me tantas coisas! Sobretudo que é importante continuar. Mesmo quando não apetece.
Albufeira cheira às gargalhadas da minha filha. Ao entusiasmo das manhãs, e ao cansaço do fim das noites. Quando dois minutos apenas eram suficientes para adormecer. E aquele brilho. O brilho inconfundível do olhar. De quem, durante quatro dias, foi um bocadinho mais feliz!

Férias em imagens