quinta-feira, maio 29, 2008
Até já...
terça-feira, maio 27, 2008
Da astronomia
-Mãe, alí está a Ursa Maior, a Ursa mais pequena e a Ursa do meio...
(Sem comentários)!
segunda-feira, maio 26, 2008
De ontem...
Quem mandou não ir aos treinos?
domingo, maio 25, 2008
quarta-feira, maio 14, 2008
As long as i'm living...
As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there
Ando...
... há muitos dias a adiar um pensamento. Como que se me libertasse, se caminhasse noutro sentido. Sair, ler, fazer projectos, viver a Helena. Manter-me afastada de uma decisão que não é só minha. Ando há muito tempo a evitar sentimentos. Como se fosse possível adiá-los. Como se a minha vida presente se baseasse apenas no aspecto familiar, ou profissional. Ou social. Tenho-me divertido sem remorsos. Ando a cultivar as relações. Sei com quem conto. Mas falta. Falta não sei quem, nem bem o quê! Quando olho para trás e vejo apenas meia dúzia de promessas, nas horas intermináveis de conversas que temos. Falta-me saber o que se sente para além das saudades. Se é que existem. Se é que se sentem. Como quando um dia me disseram que era difícil exprimir a falta que nos faz alguém que não podemos ter fisicamente, todos os dias. Quando nos limitamos a basear uma relação, seja em que vertente for, nas recordações que temos. No que vivemos um dia...
É tudo muito claro, na minha cabeça. Já não sei chorar. Esgotei as lágrimas, ou limitei-me a secá-las. Ocupo todas as horas do dia longe. Muito longe. Sem saber como seria tudo, se fosse diferente. Mais presente.
Ando cautelosamente feliz desta forma. Sei o que tenho, da forma que o tenho, e a insegurança que isso me provoca. Anteriormente ficaria angustiada. Hoje limito-me a ser paciente. E a acreditar. Que um dia vai ser. O que eu quiser. Que quiserem comigo, ou sem mim. Que os dias são sempre diferentes, e reservam-nos surpresas. Que sou obrigada a viver com elas. E a tirar partido. A saber gerir...
Às vezes acaba-se a força, e quero apenas desistir. Outras tantas acredito. E sei. E sabes. Que sim...
segunda-feira, maio 12, 2008
Aos 27 anos...
Hoje, mais do que nunca, ou todos os dias, tenho a certeza que escolhi continuar...
Do fascínio dela...
quinta-feira, maio 08, 2008
Tenho...
segunda-feira, maio 05, 2008
Sem ser comigo...
(Comecei a chorar mal vi a primeira imagem, e ainda não consegui parar)! Há coisas que ninguém deveria ser obrigado a viver!
Mais projectos
Decorre há vários dias a escolha de um pc portátil, com o qual sonho há muitos e longos anos! O que detesto na escolha: há dezenas deles, em montes de lojas diferentes. A opção é difícil, tendo em conta que as lojas insistem em não comercializar os mesmos modelos, para não os podermos comparar!
Acho que vou optar por uma escolha feminina, e compro o mais bonito!
Novos projectos

Estou a precisar de coisas que me ocupem a cabeça.
quinta-feira, maio 01, 2008
segunda-feira, abril 28, 2008
sábado, abril 26, 2008
Same mistake
I'm not calling for a second chance,
I'm screaming at the top of my voice.
Give me reason but don't give me choice.
'Cause I'll just make the same mistake.
sexta-feira, abril 25, 2008
1 hora
Feriado
quarta-feira, abril 23, 2008
Se fosses um poema...
Na escola ensinaram-me a ler além das palavras. Talvez longe do estudo convencional, sentávamo-nos informalmente, e deixávamos a imaginação voar. Era ler a sentir, para além das letras, ou do sentido lato do que nos diziam...
Ensinaste-me, num destes dias, a descobrir de perto Ary dos Santos, que tenho passado horas a saborear. Uma escrita suave, mas com uma força desmedida.
Se fosses um poema, eras concerteza "Cavalo à solta". Na mistura agri-doce dos sabores. As marcas que por vezes não reconheces, mas que nos marcam tanto!
Talvez não to diga muitas vezes, mas brilhas na tua descrição. E brilhas nos nossos dias. Talvez não te diga tantas vezes que há momentos teus que recolho ao acaso, e me fazem pensar. Como quando dizias com segurança que era importante fazermos elogios aos outros, quando merecidos. E que às vezes perdias uma oportunidade de o fazer. A minha visão negativa das coisas, nesse dia, ganhou outro sabor!
Talvez nunca te tenha dito que te admiro a transparência. A sensibilidade extrema. Que na tua idade te permite apreciar o que verdadeiramente bom existe. Um livro, uma tarde no sofá, ou apenas uma canção.
Talvez não saibas que é doce a forma como nos mimas. E te entregas aos outros. E te dás. E que sabe bem receber-te. Ou rir contigo. Ou dizer-te disparates que levas a sério. Levas-me a sério. Ouves-me. Dizes sem pudor o que sentes.
Talvez não saibas que elevaste o sentido de família. Podias ser mais uma tia. Mas, com gestos simples, fazes-nos bem. Acatas os pedidos mais bizarros, seja quando for. És paciente, e disponível. E sensata.
Talvez não saibas que realmente penso. Que és tantas vezes dois opostos. E que é a ti que leio neste poema. E que te entendo as faltas de confiança própria, que também tenho e sinto.
Talvez não saibas que é delicioso ter uma tia que vai à net, e nos lê poemas cantados, e cozinha maravilhosamente. Talvez não te apercebas do que é fora do comum ter uma tia que nos empresta cd's, com quem discutimos livros, com quem temos o prazer de planear férias, ou fins-de-demana, ou apenas serões. Talvez não penses que faça diferença, mas faz.
E sabe bem...

