quarta-feira, janeiro 30, 2013

Um dia...

... a vida muda. Muda tudo. E há mudanças das quais preciso há tempo demais!

Sem forças, nestas tentativas sucessivas que tenho feito ao longo dos tempos. A minha incapacidade de me comprometer. A certeza sempre, de que vou falhar!

Deixou de ser um prazer. Uma roupa nova, ou um espelho. Para se tornar numa rotina, ou numa tortura.

Na certeza de que tenho que começar por mim, por saber, por ter a certeza. De que longa é a caminhada, que ainda agora começou.

De que os insucessos do passado não são certezas no futuro.

Preciso de mudar. Por mim, por ti, por nós. Pela família que somos, pela Helena. Preciso de voltar a gostar de mim. Preciso de ter vontade de correr na praia. Preciso que me segures ao colo!

E como eu preciso de colo...

domingo, janeiro 06, 2013

Espiral destrutiva...

Tem sido assim, na minha solidão. Os dias custam a passar. A frustração de sempre. O medo. Aquele medo que continua a perseguir-me tantos anos depois. A vida que parou naqueles dias. O que morreu em mim, e não mais voltou a renascer...

Sinto-me assim, numa espiral. Sinto-me cair. Sinto-me, por melhor que seja a condição, um ser humano menor. Sinto que não mais vou resolver tudo isto, nem na cabeça, nem no coração!

E não gosto. Nem sei reagir. E tenho saudades de mim...

quarta-feira, novembro 21, 2012

11 anos...

Hoje esqueci tudo.

Lembrei-me só de ti. Um dia dedicado a ti. E enquanto já dormes, serena, na minha cama. Uma das poucas noites em que te tenho, nos últimos meses. Enquanto dormes...

Uma vida cheia. Uma alegria imensa. Uma mudança. O teu espaço no meu coração. Este amor, que só quem sente consegue explicar. A minha decisão mais perfeita. A minha melhor criação!

És tão linda, minha filha!

E eu sou tão mas tão feliz por te saber aqui!

Parabéns, filha. Parabéns...

terça-feira, novembro 20, 2012

Sem saber onde errei. Sem ser perfeita, o que sinto muitas vezes é a injustiça. Pura e dura. Dói-me a alma e o coração. Falta-me o ar. Verdadeiramente. E sinto uma raiva que não consigo descrever!

O desespero contido. O déjà-vu. Aquela vontade crescente de me perder. De fugir. De desaparecer!

A vida, mais uma vez, a escapar-me do controlo. O desespero de não encontrar uma saída. Um desejo quase incontrolável de querer a paz que tenho precisado tanto, e não consigo...

domingo, outubro 14, 2012

32...

... e um dia feliz! Muito feliz! Como sou sempre, quando a vida me permite estar junto das pessoas que amo!

quinta-feira, outubro 04, 2012

Anos para me resolver. Tanto tempo depois, a mesma angústia. Muitos problemas resolvidos. Outros tantos...

Já não ando com uma mão cheia de sonhos. Fiquei mais fria. E muitas vezes não me conheço, e detesto. A capa, a máscara. O que tenho que fingir, para continuar a sorrir...

Tantas preocupações. Noites mal dormidas. Ou noites em que não durmo! Sempre a mesma questão. Sem negar o amor. A felicidade que me trouxe. A estabilidade inegável. Mas... e o resto? A frustração do passado, que não me deixa em paz! A incerteza do futuro. Os dias roubados. A velha questão... como seria se não tivesse sido assim? Se fosse de outra maneira?

Sem filtros... viver neste desespero. Em ficar vezes demais sozinha. Sem encontrar uma saída. Uma porta. Uma brisa.

Dos dias em que dói tanto respirar...

terça-feira, outubro 02, 2012

Hoje era o teu dia. E eu já esgotei as palavras...

A dor atenuou. Já não é dilacerante. Já me permite respirar. Restou a saudade. E um sentimento forte de "como seria?"... Como seria teres visto crescer a tua neta? Como seria teres acompanhado todos estes anos? Como seria a minha vida com a tua presença marcada?

Na certeza de que tudo seria diferente. Que eu provavelmente nunca teria entrado na espiral destrutiva que quase acabou com tudo! Na certeza de que nada seria assim...

Recorro às memórias. A este amor que sinto sempre. Que tenho sempre comigo. À vontade imensa de que Deus nos tivesse permitido muitos mais aniversários juntos.

Parabéns, papá. Parabéns...

quarta-feira, setembro 26, 2012

Em casa...

Sentada, em paz. Cabeça descansada. Miúda na cama. Nos últimos tempos, tem sido um prazer difícil de ter. Sabê-la aqui. Aconchegar-lhe a roupa. Dar-lhe um beijo. Vê-la dormir.

(Não há melhor sítio no mundo do que a nossa casa...)

domingo, setembro 16, 2012

Quando ser mãe dói...

Sempre fui assim.

Sem querer camuflar a minha realidade... hoje sinto-me uma mãe menor!

sexta-feira, setembro 14, 2012

Lembro-me de não termos os meios de agora. A maior alegria chegava pela rádio. Uma estação local de qualidade manhosa, que passava os top's da altura. E o mau gosto era inqualificável. Com o despertar das hormonas, o primeiro amor. Os primeiros suspiros. As primeiras músicas. As horas intermináveis a passar a limpo as letras que adorava. A cópia dos versos. O tempo a cantar ao espelho...

Muitos, muitos anos depois, a mesma história. Vista do lado de fora, num misto de responsabilidade e saudade. As músicas diferentes, mas quase iguais. As mesmas mensagens. Os mesmos suspiros. A mesma alegria. Ela, tão diferente, mas tão igual. Numa euforia desmedida, quando lhe digo que o ídolo maior vai dar um concerto em Portugal! Respiro fundo. Consinto. Levo-a ao concerto, com as amigas. E não mais os dias são iguais...

quarta-feira, setembro 12, 2012

Dos dias...

... que demoram a passar. Em que tudo parece correr mal, desde que acordo!

Faltam-me forças e perspectivas. Ânimo. As lágrimas estão fáceis. Difícil é reagir.

Sem sonhos. Sem esperança. Preocupada. Com o dia-a-dia. Com o futuro. Com o que pode ser amanhã.

Hoje dói.

segunda-feira, setembro 10, 2012

Feeling good...

Voltar a casa...

O filme quase terminava assim. Depois de um ciclo, um amor. Uma menina, a mãe e o avô. As memórias. Regressavam a casa. Às origens. Aos móveis cobertos por lençóis. Às cortinas cheias de pó. Voltavam para uma vida que já não voltava para trás. Com arrependimentos e saudades. Saudades do que tinham sido felizes. Naquele sítio. Naquele lugar. Saudades do que ainda iriam viver.

Ao longo dos últimos quatro anos procurei outros lugares. Conheci outras paragens. Tomei decisões certas e erradas. E a minha vida mudou, para melhor. Sou com toda a certeza uma pessoa melhor.

Do desconforto, de não me sentir em casa noutras paragens. Das lágrimas que chorei há uns dias, quando abri as cortinas desta minha velha casa. Das falta que senti de estar aqui. De mim. Da minha luz. Do que já fui. De tudo aquilo que quis escrever ao longo de todos estes anos. Do que deixei de dizer. Das linhas, para as quais desejo tanto voltar...

É tempo de limpar o pó. E regressar.

domingo, julho 20, 2008

Foram...



...4 excelentes anos! A vida continua (muito) longe daqui!

quarta-feira, julho 16, 2008

Bilhete

"Olá olá mamã sabias qe eu so gosto de ti dote baiginhos os oniqus qe tainho".

(Foi lindo, mas provavelmente tenho que questionar as capacidade da professora)!

Not so stupid...

A minha vida privada é muito mais privada do que (algumas) pessoas esperariam...

segunda-feira, julho 14, 2008

Os primeiros dias...

A Matilde fez nascer em mim um amor diferente!

E é tão, tão viciante...

terça-feira, julho 08, 2008

Speechless


O texto mais lindo...

Hoje dizias-me que nunca te tinham escrito um texto tão bonito. Sorri. Achei estranho. Não terá sido o mais inspirado. O mais adequado... só sentido!

Hoje vi-te, mais uma vez feliz. Rodeada por todos! Hoje pensava que não ía estar a escrever isto...

Para ti, que nos trouxeste mais uma vez o milagre da vida, e uma alegria que não se explica, só se sente! Hoje fizeste nascer a Matilde, e fazer-me viver 1000 sentimentos, ao mesmo tempo. Juntos de lágrimas de satisfação. Hoje não consigo dormir, de ansiedade. Porque ainda não tive o privilégio de ver a minha afilhada pequena. Ainda não tive o prazer de a cheirar, de a sentir. De lhe dizer que a amo desde o primeiro minuto que soube da sua existência...

Hoje a minha vida ganhou outro sentido, e mais uma razão. Hoje fui mais um bocadinho mãe! Hoje comemoro a Matilde. E o nascimento do meu mais recente amor...

Parabéns mana! Parabéns cunhado! Marianinha, como te prometemos, hoje fomos ao doutor buscar a maninha...

8 Julho 2008

3 anos depois, a história repete-se! Desta vez com calma e descontracção. Quase desconcertante. Tive tempo de ir buscar a célebre manta, embora a sala de espera esteja quente. A mana ficou a sorrir. E a Matilde vai nascer. Eu mal posso esperar para a abraçar. As fotos que tiramos foram as últimas da barriga. Algures, durante esta madrugada, serei tia, madrinha, e imensamente feliz!

segunda-feira, julho 07, 2008

8ª maravilha

Mais um dia para celebrar! O facto de teres nascido, de seres "trintona" (e velha). O dia em que notamos mais o teu sorriso, e temos consciência de que continuas feliz! É o dia para viver com orgulho, de saber que és minha irmã. Orgulho por te conhecer. Por fazer parte de uma família que ajudas a construir. Orgulho e privilégio...
Sem grandes memórias detalhadas da infância, prefiro continuar a viver assim os nossos dias. A saber que vens cá para casa, que nos devoras as nectarinas e as ameixas sem contemplações. Que nos convidas para programas bizarros, como ontem. Na maior metamorfose de todos os tempos. Que pensas em nós, e nos mimas, como fazes a todos à tua volta. Prefiro ver-te linda, todos os dias. De sorriso estampado. E ter a certeza...
És a nossa maravilha. Ou a oitava. Fazes-nos bem, e mereces o mundo. Vais ter o mundo. E beijos. Meus e da Helena. De Parabéns. Parabéns mana, Parabéns...

domingo, julho 06, 2008

Das descobertas

Há dias, como hoje, que me deixam demasiado feliz!

Metamorfose

What?

Do amor...

Há dias que nos provam que o amor é mais importante que tudo. E que se respira, e se vive, e existe de facto. Fui ao casamento de uma amiga recente, e voltei de lá a suspirar!

(Para além disso, ninguém se diverte como nós, right?)