terça-feira, março 12, 2013
Sou...
... completamente viciada em música brasileira. De todos os géneros e feitios. Das mais antigas, às mais modernas. Daquelas cheias de clichés.
Ai...
"Tou morrendo de vontade de você"!
segunda-feira, março 11, 2013
Custa-me descrever o dia, e a sensação. Custa-me assumir que naquele edifício austero, mesmo ao cimo das escadas... ia confiante e vacilei. Quando naquela fracção de segundos, três caras me olhavam e quase sucumbi! De repente, 3 anos em revista. Pedaços do tempo em que não era eu. As minhas fragilidades expostas. O que não estava preparada para ver. Nunca. Sorrir e pensar, "como assim?" Pegar no telemóvel e dizer a medo... está aqui, o meu fantasma! Estou bem, mas não estava...
A espera. O tremer das mãos. A entrada na sala. Sem saber como ser e como estar. Aquelas palavras como que paternais. A pressão. E eu... a desfazer-me. Como em tantas outras vezes. Como em tantos outros dias. As lágrimas que já havia chorado. A falta de ar. A sensação de injustiça. A luta interior... forgive and forget. Ou ficar, e lutar mais uma vez.
Fiz por perdoar. Por mim. Pelo meu amor. Por achar que já merecíamos a paz que não tivemos em três anos. Não foi a melhor solução. Preferia ver aquele agora estranho ser mais castigado. Mais repreendido. Mas isso não apagava a minha mágoa. A minha raiva. O meu rancor.
Se disser que pesei em segundos o que para mim era melhor. A velha máxima. Nada justifica a violência do que me foi feito, o que foi destruído em mim. Na minha família. Na minha vida. Nada me pode trazer a dignidade que perdi. Beneficiei o infractor. Nunca por ele. Que ele é só aquilo que é. Um lixo humano. Mas por mim...
Virei as costas sem remorsos. Senti, vezes sem conta, que não o devia ter feito. Que devia ter continuado, agora que estava tão perto. Mas era uma luta que já não queria ter que sentir.
Avancei. Agora não sou só eu, nem estou sozinha. Pela primeira vez, uma sensação incrível de alívio. De libertação. Não mais este fantasma vai pairar na minha vida nem em mim.
Sou muito mais feliz desde o instante que desci as escadas daquele tribunal.
("Seja selectivo nas suas batalhas. Às vezes estar em paz é melhor do que estar certo"!)
quarta-feira, janeiro 30, 2013
Um dia...
Sem forças, nestas tentativas sucessivas que tenho feito ao longo dos tempos. A minha incapacidade de me comprometer. A certeza sempre, de que vou falhar!
Deixou de ser um prazer. Uma roupa nova, ou um espelho. Para se tornar numa rotina, ou numa tortura.
Na certeza de que tenho que começar por mim, por saber, por ter a certeza. De que longa é a caminhada, que ainda agora começou.
De que os insucessos do passado não são certezas no futuro.
Preciso de mudar. Por mim, por ti, por nós. Pela família que somos, pela Helena. Preciso de voltar a gostar de mim. Preciso de ter vontade de correr na praia. Preciso que me segures ao colo!
E como eu preciso de colo...
domingo, janeiro 06, 2013
Espiral destrutiva...
Sinto-me assim, numa espiral. Sinto-me cair. Sinto-me, por melhor que seja a condição, um ser humano menor. Sinto que não mais vou resolver tudo isto, nem na cabeça, nem no coração!
E não gosto. Nem sei reagir. E tenho saudades de mim...
quarta-feira, novembro 21, 2012
11 anos...
Lembrei-me só de ti. Um dia dedicado a ti. E enquanto já dormes, serena, na minha cama. Uma das poucas noites em que te tenho, nos últimos meses. Enquanto dormes...
Uma vida cheia. Uma alegria imensa. Uma mudança. O teu espaço no meu coração. Este amor, que só quem sente consegue explicar. A minha decisão mais perfeita. A minha melhor criação!
És tão linda, minha filha!
E eu sou tão mas tão feliz por te saber aqui!
Parabéns, filha. Parabéns...
terça-feira, novembro 20, 2012
O desespero contido. O déjà-vu. Aquela vontade crescente de me perder. De fugir. De desaparecer!
A vida, mais uma vez, a escapar-me do controlo. O desespero de não encontrar uma saída. Um desejo quase incontrolável de querer a paz que tenho precisado tanto, e não consigo...
domingo, outubro 14, 2012
32...
quinta-feira, outubro 04, 2012
Já não ando com uma mão cheia de sonhos. Fiquei mais fria. E muitas vezes não me conheço, e detesto. A capa, a máscara. O que tenho que fingir, para continuar a sorrir...
Tantas preocupações. Noites mal dormidas. Ou noites em que não durmo! Sempre a mesma questão. Sem negar o amor. A felicidade que me trouxe. A estabilidade inegável. Mas... e o resto? A frustração do passado, que não me deixa em paz! A incerteza do futuro. Os dias roubados. A velha questão... como seria se não tivesse sido assim? Se fosse de outra maneira?
Sem filtros... viver neste desespero. Em ficar vezes demais sozinha. Sem encontrar uma saída. Uma porta. Uma brisa.
Dos dias em que dói tanto respirar...
terça-feira, outubro 02, 2012
A dor atenuou. Já não é dilacerante. Já me permite respirar. Restou a saudade. E um sentimento forte de "como seria?"... Como seria teres visto crescer a tua neta? Como seria teres acompanhado todos estes anos? Como seria a minha vida com a tua presença marcada?
Na certeza de que tudo seria diferente. Que eu provavelmente nunca teria entrado na espiral destrutiva que quase acabou com tudo! Na certeza de que nada seria assim...
Recorro às memórias. A este amor que sinto sempre. Que tenho sempre comigo. À vontade imensa de que Deus nos tivesse permitido muitos mais aniversários juntos.
Parabéns, papá. Parabéns...
quarta-feira, setembro 26, 2012
Em casa...
(Não há melhor sítio no mundo do que a nossa casa...)
domingo, setembro 16, 2012
Quando ser mãe dói...
Sem querer camuflar a minha realidade... hoje sinto-me uma mãe menor!
sexta-feira, setembro 14, 2012
Muitos, muitos anos depois, a mesma história. Vista do lado de fora, num misto de responsabilidade e saudade. As músicas diferentes, mas quase iguais. As mesmas mensagens. Os mesmos suspiros. A mesma alegria. Ela, tão diferente, mas tão igual. Numa euforia desmedida, quando lhe digo que o ídolo maior vai dar um concerto em Portugal! Respiro fundo. Consinto. Levo-a ao concerto, com as amigas. E não mais os dias são iguais...
quarta-feira, setembro 12, 2012
Dos dias...
Faltam-me forças e perspectivas. Ânimo. As lágrimas estão fáceis. Difícil é reagir.
Sem sonhos. Sem esperança. Preocupada. Com o dia-a-dia. Com o futuro. Com o que pode ser amanhã.
Hoje dói.
segunda-feira, setembro 10, 2012
Voltar a casa...
segunda-feira, outubro 27, 2008
domingo, julho 20, 2008
quarta-feira, julho 16, 2008
Bilhete
(Foi lindo, mas provavelmente tenho que questionar as capacidade da professora)!
Not so stupid...
segunda-feira, julho 14, 2008
terça-feira, julho 08, 2008
O texto mais lindo...
Hoje dizias-me que nunca te tinham escrito um texto tão bonito. Sorri. Achei estranho. Não terá sido o mais inspirado. O mais adequado... só sentido!
Hoje vi-te, mais uma vez feliz. Rodeada por todos! Hoje pensava que não ía estar a escrever isto...
Para ti, que nos trouxeste mais uma vez o milagre da vida, e uma alegria que não se explica, só se sente! Hoje fizeste nascer a Matilde, e fazer-me viver 1000 sentimentos, ao mesmo tempo. Juntos de lágrimas de satisfação. Hoje não consigo dormir, de ansiedade. Porque ainda não tive o privilégio de ver a minha afilhada pequena. Ainda não tive o prazer de a cheirar, de a sentir. De lhe dizer que a amo desde o primeiro minuto que soube da sua existência...
Hoje a minha vida ganhou outro sentido, e mais uma razão. Hoje fui mais um bocadinho mãe! Hoje comemoro a Matilde. E o nascimento do meu mais recente amor...
Parabéns mana! Parabéns cunhado! Marianinha, como te prometemos, hoje fomos ao doutor buscar a maninha...
