... para todos os que nos visitam! Que nós adoramos...
Que 2006 seja repleto de tudo de bom...
sexta-feira, dezembro 30, 2005
terça-feira, dezembro 20, 2005
Aguardamos...
... pacientemente a chegada do visitante 10.000! Quando chegar, por favor, que se acuse! (se bem que a espera ainda se adivinha longa..)!
sexta-feira, dezembro 16, 2005
Tenho andado...
... desaparecida! Não que não me actualize, ou que me faltem saudades. Só que o acesso à net é lento e caro. A ADSL, essa maravilha da tecnologia, há-de chegar, num destes felizes dias.
Por isso não estranhem. Visito-vos, sempre que posso. Vou actualizando as novidades com a mana, sempre que as há. Em nossa casa, todas as vitórias de todos são comemoradas. As tristezas, mesmo que não se saiba, são partilhadas.
Só para dizer, mesmo, que estou aqui. E hoje é dia de tirar a barriguinha de misérias...
Beijos para todos!
quarta-feira, dezembro 14, 2005
Não sei...
... se alguém já sentiu o mesmo. Saudades, a meio de um dia normal. Saudades que doem, e apertam. Uma vontade inexplicável de te ir buscar à escola às 15h00, como nunca faço. A sensação de uma preocupação estranha, que tentei esquecer.
Chego aos Tempos Livres, apareces com o nariz vermelho. Uma queda do baloiço na escolinha foi a caiusa. Nada de grave. Uma coincidência que me deixou a pensar.
E a minha sensação de ser ao pequena, perto da vida...
sexta-feira, dezembro 09, 2005
A actuação...

... durou 2 minutos. Tempo suficiente para me derreter. Dois minutos de ansiedade, vergonha, e de uma saia que teimava em caír. Umas pernocas apetitosas, num fatinho lindo, que me encheram de ternura. No final, palmas e baba à mistura. E um orgulho do tamanho do mundo...
A foto é do penteado... da dança não há registo fotográfico, porque eu sozinha, não consigo filmar e fotografar!
quinta-feira, dezembro 08, 2005
domingo, dezembro 04, 2005
Vacinas!
Sexta-Feira foi dia de vacinas! Lá marcámos para a tarde, e fomos com as duas priminhas ao Centro de Saúde. Estava com medo da tua reacção. Nunca gostaste, choravas sempre muito, fazias sempre febre e outros sintomas pouco agradáveis. Entramos primeiro. A enfermeira manda-me sentar contigo ao colo. Fico apreensiva. Espeta-te a agulha. Nada. Penso, naqueles segundos, que vais chorar enquanto entra o líquido. Nada. Acaba. Sem dizeres nada. Nem um ai. Eu, cheia de orgulho. A enfermeira, que te cola uma medalha ao peito. Dizes apenas: "Doeu, mas não chorei". E "Não quero ouvir a prima a chorar". Saio contigo. Ouves na mesma. Ficas triste. E sais, confiante, de medalha ao peito. E dizes a toda a gente, o resto do dia: "doeu, mas não chorei"!
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